- Um ano após a última partida da carreira, Nadal ainda acompanha o circuito, mas assiste a poucos jogos.
- Ele lamenta a ausência de adversários que pressionem Sinner e Alcaraz e diz que Fonseca ainda não está pronto para esse desafio.
- Sobre Carlos Alcaraz, o espanhol o elogia, reconhece o potencial de marcar época e aponta que pode chegar a vinte e dois Grand Slams, desde que não se machuque.
- Nadal comenta que as lesões influenciaram a aposentadoria aos 39 anos e que a experiência mudou a forma como encara a carreira.
- Em Madri, o espanhol recebeu o Prêmio AS do Esporte e fala da rotina após a aposentadoria, além de sua agenda de 2025 e de ter se tornado pai.
Rafael Nadal recebeu o Prêmio AS do Esporte, em Madri, como reconhecimento ao legado dentro e fora das quadras, quase um ano depois de encerrar a carreira na Copa Davis 2024. Em entrevista à Cadena SER, o ex-número 1 comentou o momento do circuito e a sua nova rotina.
O espanhol afirmou acompanhar menos jogos desde a aposentadoria e criticou a ausência de adversários que pressionem Jannik Sinner e Carlos Alcaraz. Avaliou que o brasileiro João Fonseca ainda não está pronto para enfrentar os grandes rivais da nova geração.
Além de elogiar Alcaraz, Nadal citou impactos de lesões na própria trajetória, comentou sobre a rotina de ser pai e revelou planos para 2025, sem oferecer previsões sobre retorno às competições. Também revelou que, apesar das mudanças, continua atento aos resultados do circuito.
Rotina pós-aposentadoria
Nadal destacou que, mesmo sem competir, mantém organização e a agenda de compromissos. O espanhol disse que o tempo livre é menor do que imaginava e que a paternidade tornou tudo mais complexo, com o próximo ano ainda carregado de atividades.
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