- Em 2024-25, 3,6 milhões de crianças na Inglaterra participaram e registraram média superior a sessenta minutos de atividade física por dia, representando 49,1% das crianças de cinco a dezesseis anos — alta de 1,3 ponto percentual em relação ao ano anterior e de 5,8% desde 2017.
- O governo investe £400 milhões em instalações de base e lança um novo modelo de parcerias entre educação física, escolas e clubes para ampliar oportunidades.
- A pesquisa aponta que menos da metade das crianças atinge as diretrizes recomendadas, com persistentes desigualdades por gênero, etnia e renda.
- Ocupe o espaço de gênero mostra que meninos continuam mais ativos que meninas, com a diferença reduzida para 5,9 pontos percentuais, especialmente entre adolescentes.
- Há aumento de atividades como caminhar ou pedalar para a escola e participar de treinos, enquanto esportes em equipe permanecem estáveis; maior atividade está associada a maiores níveis de bem-estar.
Desde 2017, a participação de crianças em atividades físicas na Inglaterra atinge o patamar mais alto já registrado, porém menos da metade cumpre as metas oficiais de atividade. A pandemia ampliou as quedas no esporte, segundo levantamento.
No período de 2024-25, 3,6 milhões de crianças participaram, mantendo média superior a 60 minutos diários de esporte e atividade física ao longo da semana. O índice corresponde a 49,1% das pessoas entre 5 e 16 anos, 1,3 ponto percentual a mais que o ano anterior e 5,8% acima de 2017.
O estudo, realizado pela Sport England com mais de 100 mil jovens, aponta ainda desigualdades persistentes por gênero, etnia e renda. Meninos continuam mais ativos que meninas, e crianças de maior renda apresentam maior probabilidade de participação.
Dados da participação
O relatório mostra diferenças por faixa etária, com 7 a 9 anos sendo os menos ativos (42%). Entre 11 e 13 anos houve maior crescimento de prática, especialmente entre as meninas. Atividade ao ar livre, caminhadas e ciclismo têm ganhado espaço em relação a esportes coletivos.
Investimentos e parcerias
O governo investe £400 milhões em infraestrutura de base para ampliar oportunidades. Além disso, surge um novo modelo de parcerias entre educação física, escolas e clubes para ampliar o acesso a atividades físicas, incluindo regiões com menor renda. A política busca reduzir as desigualdades e manter o avanço adquirido.
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