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Critérios da FIVB podem impedir Tiffany de disputar o Mundial de Clubes

Tiffany fica fora da lista preliminar do Mundial de Clubes por avaliação do Comitê de Elegibilidade da FIVB; Natália assume vaga de Osasco

Tiffany é uma das principais jogadoras do Osasco (Foto: Divulgação/ Osasco)
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  • Tiffany, peça-chave do Osasco, ficou de fora da lista preliminar do Mundial de Clubes devido ao processo de autorização pela FIVB via o Comitê de Elegibilidade (Sex Eligibility Committee).
  • O Osasco informou que a jogadora está passando pelas etapas previstas nas normas de elegibilidade, e Natália assume a condição de substituta.
  • O Mundial de Clubes começa nesta terça-feira, 9, com a divulgação da lista preliminar e acompanhamento do clube nas etapas necessárias.
  • A FIVB e a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) adotam critérios diferentes para a elegibilidade de atletas trans; Tiffany segue atuando normalmente na Superliga.
  • Tiffany chegou ao Osasco na temporada de 2021/2022 e integrou a equipe na conquista da tríplice coroa na temporada anterior.

A lista preliminar do Mundial de Clubes de Vôlei Feminino não incluiu Tiffany, oposta de Osasco, no elenco inicial. A situação envolve a jogadora, o clube Osasco/São Paulo e a Federação Internacional de Vôlei (FIVB), que requer autorização formal via o Comitê de Elegibilidade. O torneio começa nesta terça-feira, dia 9, e Natália foi designada como substituta.

A equipe paulistana confirmou que acompanha todas as etapas previstas pelo processo de autorização da FIVB. O Comitê de Elegibilidade, composto por um especialista jurídico, um médico e um representante da Comissão de Atletas, analisará fatores fisiológicos, médicos e esportivos antes de emitir a decisão.

Detalhes do processo e contexto

A FIVB utiliza critérios diferentes dos da CBV para atletas trans, o que gerou a não inclusão de Tiffany na lista. No âmbito nacional, a política da CBV determina que mulheres trans devem manter testosterona abaixo de 0,5 nmol/L por pelo menos 12 meses antes da primeira competição. A FIVB, por sua vez, aplica diretrizes próprias, levando em conta o equilíbrio entre elegibilidade internacional e legislação de cada confederação. Tiffany atua normalmente na Superliga desde 2017, quando recebeu autorização para competir em feminino pela primeira vez, e está no Osasco desde a temporada 2021/2022.

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