- O Grande Prêmio de Abu Dhabi de 2021 da Fórmula 1 ficou marcado como um dos momentos mais dramáticos da história, com Verstappen e Hamilton empatados em 369,5 pontos na última corrida.
- Latifi bateu no muro na volta 53, acionando o Safety Car; a Mercedes não parou Hamilton, enquanto Verstappen foi aos boxes e recebeu pneus macios.
- Na volta 57, a direção inicialmente impediu que retardatários recobrassem a volta, mas depois liberou apenas cinco carros entre Hamilton e Verstappen.
- Na volta final, o Safety Car voltou aos boxes e restou uma volta verde; Verstappen, com pneus macios novos, ultrapassou Hamilton, que usava pneus duros com mais de quarenta voltas.
- A polêmica envolveu o Artigo 48.12/48.13 do Regulamento Esportivo, com a Mercedes protestando após a decisão de terminar a prova sob bandeira verde.
O Grande Prêmio de Abu Dhabi de 2021 ficou marcado pela tensão na última corrida da temporada, entre Max Verstappen e Lewis Hamilton, empatados em 369,5 pontos. O desenrolar foi definido por uma sequência de incidentes, decisões da direção de prova e mudanças rápidas no regulamento.
Na volta 53, Latifi bateu no muro na curva 14, acionando o Safety Car. A Mercedes optou por não parar Hamilton para não perder posição. A Red Bull chamou Verstappen para os boxes e trocou para pneus macios.
Na volta 57, o diretor de prova inicialmente impediu que retardatários recuperassem a volta, depois abriu a oportunidade para apenas cinco carros entre Hamilton e Verstappen passarem. O lance gerou controvérsia sobre o regulamento.
Na volta final, o Safety Car recolheu, restando apenas uma volta de corrida verde. Verstappen, com pneus macios novos, ultrapassou Hamilton, que usava pneus duros com mais de 40 voltas.
A manobra aconteceu na curva 5, com Verstappen ganhando desempenho pela aderência superior dos compostos macios. Hamilton tentou frear mais tarde para conter o adversário, mas não teve resposta diante da vantagem do rival.
A diferença de estratégia ajudou Verstappen a manter a liderança até a bandeira quadriculada. O desfecho provocou debates sobre o uso de Artigos 48.12 e 48.13 do regulamento esportivo da F1, bem como sobre a aplicação do protocolo nos retardatários.
A Mercedes acionou recurso, argumentando que o protocolo padrão não foi seguido, já que a decisão envolveu a liberação de apenas parte dos carros entre os líderes. O episódio ficou conhecido como a final mais polêmica da história recente da Fórmula 1.
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