- Osasco volta ao Mundial de Clubes Feminino de Vôlei em 2025, integrado ao Grupo A com Alianza Lima, Zhetysu e Scandicci.
- A estreia acontece nesta terça-feira, às 20h30, no Mercado Livre Arena, em São Paulo, contra o Alianza Lima.
- Camila Brait, hoje com 36 anos, segue como peça-chave e vive os últimos momentos da carreira após a tríplice coroa de 2024/2025.
- O título mundial conquistado em Doha, em 2012, continua sendo referência para o clube e para a torcida.
- No Grupo B estão Conegliano, Praia Clube, Zamalek e Orlando Valkyries; as duas melhores de cada grupo avançam às semifinais.
O Osasco/São Cristóvão/Audax retorna ao Mundial de Clubes Feminino de Vôlei em 2025. A equipe disputa o Grupo A, formado por Alianza Lima, Zhetysu e Scandicci, buscando o bicampeonato mundial. A estreia acontece hoje.
A equipe paulista participou da edição de 2012, quando conquistou o título. Camila Brait, hoje veterana, integra o elenco e mantém vínculo com o clube que marcou sua carreira. A tríplice coroa na temporada 2024/2025 eleva as expectativas.
O primeiro desafio será contra o Alianza Lima, do Peru, hoje às 20h30, no Mercado Livre Arena, em São Paulo. As partidas ocorrem em turno único por grupo; os dois melhores avançam à semifinal.
Grupo A e o caminho do Osasco
Além do Osasco, integram o grupo A o Zhetysu, do Cazaquistão, e o Scandicci, da Itália. No grupo B ficam Conegliano, Praia Clube, Zamalek e Orlando Valkyries. A ideia é manter o bom desempenho de 2024/2025.
O time busca repetir o título mundial conquistado em Doha, quando venceu o Rabita Biku por 3 a 0. A torcida mantém viva a lembrança dessa vitória histórica, que permanece como referência do clube.
Camila Brait, aos 36 anos, visa fechar a carreira com mais um título mundial. Em 2025, após a temporada de tríplice coroa, a atleta pode completar o seu palmarés no clube paulista.
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