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Brasileiras elevam o tênis em 2024, quebrando monotonia

Em 2025, o tênis feminino brasileiro vive movimento intenso com mudanças de parcerias, novas promessas e resultados expressivos

Foto: Marcelo Leão/CBT
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  • Em 2025, Beatriz Haddad Maia enfrentou desgaste mental e instabilidade técnica, refletindo queda no ranking e mudanças no desempenho.
  • Luisa Stefani consolidou-se nas duplas com Timea Babos, venceu quatro títulos e chegou à final do WTA Finals, anunciando no fim da temporada a volta da parceria com Gabriela Dabrowski.
  • Laura Pigossi manteve consistência e segue como a segunda melhor brasileira no ranking, com campanhas sólidas em ITFs e torneios WTA 125.
  • Nauhany Silva, conhecida como Naná, estreou no ranking da WTA em 2024, venceu um ITF W15 e integrou a equipe brasileira da Billie Jean King Cup, destacando-se como promessa.
  • Victória Barros chegou pela primeira vez a uma final profissional; Pietra Rivoli e outras jovens mostraram evolução no circuito juvenil e em ITFs, indicando renovação no tênis feminino brasileiro.

A temporada de 2025 trouxe mudanças marcantes no tênis feminino brasileiro. Beatriz Haddad Maia enfrentou desgaste mental e instabilidade técnica, impactando seu rendimento ao longo do ano. Luisa Stefani surpreendeu ao anunciar a volta da parceria com Gabriela Dabrowski, depois de uma campanha vitoriosa com Timea Babos. Laura Pigossi manteve regularidade e figura entre as melhores do país.

Luiza Fullana brilhou no circuito nacional, com três títulos ITF consecutivos e evolução no ranking. Naná Nauhany Silva estreou no ranking da WTA em 2024 e manteve o impulso, vencendo um ITF W15 e integrando a equipe brasileira da Billie Jean King Cup. Victória Barros chegou à primeira final profissional, enquanto Pietra Rivoli e outras jovens mostraram ascensão no juvenil e no ITF.

Destaques da temporada 2025

Naná, aos 15 anos, consolidou-se como promessa do tênis brasileiro ao lado de evolução no juvenil e participação em torneios profissionais. Barros, com 15 anos, treinando na Mouratoglou, atingiu a primeira final de um torneio profissional. Rivoli destacou-se no ITF J200 de Lima, alcançando vice-campeonato e ganhando pontos no ranking.

Entre as mais consolidadas, Laura Pigossi manteve-se como segunda brasileira no ranking, com campanhas estáveis em ITFs e WTA 125. Ossos duros de roer ficaram com Ana Candiotto, Carolina Meligeni Alves e Thaísa Pedretti, que mantiveram presença constante no circuito ITF e em eventos menores. As jovens seguem em trajetória de crescimento e renovação do tênis feminino brasileiro.

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