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The Great World Race: será essa a última fronteira? Quem se habilita?

Great World Race volta em 2026, com sete maratonas em sete continentes, partindo de Cape Town e inscrição de 49,5 mil euros

Competidores da Maratona de Sydney passam pela Harbour Bridge (Foto: Saeed Khan / AFP)
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  • The Great World Race terá edição em 2026 com sete maratonas em sete dias, partindo da Cidade do Cabo e terminando em Miami, em sete continentes diferentes.
  • O ponto de largada será Cape Town, com a primeira prova em Wolf’s Fang, Antártida; o cronograma ocorre entre 12 e 21 de novembro de 2026, com deadline diário de oito horas para cada etapa.
  • A inscrição sai por 49.500 euros, cobrindo toda a logística de deslocamento entre continentes após cada chegada.
  • Na edição anterior, 14 mulheres e 25 homens concluíram a prova principal; tempo médio do vencedor foi de 3h22m57s.
  • A organização ressalta o alto nível de treino necessário e a complexidade logística, com expectativa de avanços para 2027 em uma segunda edição envolvendo o mundo em uma semana.

A The Great World Race prepara a próxima edição para 2026, com início previsto na Cidade do Cabo e chegada em Wolf’s Fang, na Antártida. Serão sete dias consecutivos, em sete continentes, com uma maratona por dia. A organização fica a cargo da Run Fun Travel.

O evento está programado entre 12 e 21 de novembro de 2026. O custo de inscrição é de 49.500 euros, incluindo logística entre continentes. Cada maratona tem um prazo diário de oito horas para conclusão, sob penalização para quem exceder o tempo.

A The Great World Race envolve deslocamentos transcontinentais intensos, com atividades de recepção, reuniões e preparação entre as etapas. O ponto de largada inicial fica na África do Sul, com a fase final em América do Norte.

Dados da edição anterior

Na edição passada, ocorreram sete maratonas em sete dias, com 14 mulheres e 25 homens que concluíram a prova principal. As meias maratonas foram finalizadas por 4 mulheres e 8 homens. O tempo médio do campeão foi 3h22m57s; o mais rápido ocorreu em Miami (3h09m17s) e o mais lento, na Antártida (4h08m44s).

Roma Puisiene (LTU) teve o melhor tempo médio entre as mulheres, em 3h54m14s, posição que a colocaria em quinto lugar geral. O equilíbrio entre locais destacou Abu Dhabi como o mais rápido entre as etapas, com 3h00m05s, enquanto a Antártida permaneceu a mais lenta (4h38m16s).

Observações logísticas

A organização ressalta a complexidade da logística para saltar entre continentes, com uma janela de tempo rígida para cada prova diária. O conjunto de operações envolve voos, aclimatação e gestão de cronograma para manter o reconhecimento de cada etapa.

Contexto de interesse

O formato desperta questionamentos sobre treino, recuperação e viabilidade financeira do desafio. A proposta atrai atletas que buscam marcas extremas, ainda que envolva risco físico e alto custo de participação.

Perspectivas para 2026

A edição de 2026 está anunciada como uma continuação da proposta extrema, com roteiro que começa na Cidade do Cabo, passa por Wolf’s Fang, África, Oceania, Ásia, Europa, América do Sul e América do Norte, encerrando-se em Miami.

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