- A FIA mostrou, em uma simulação, como será o carro da F1 de 2026 durante uma volta virtual pelas ruas de Mônaco.
- O monoposto de 2026 aparece mais estreito, com asa traseira simplificada e sem a beam wing, que foi banida.
- O regulamento prevê aerodinâmica ativa e a retirada do DRS tradicional, além de um botão de ultrapassagem para o piloto.
- O foco é a sustentabilidade: motor será metade elétrico e metade combustão, com combustíveis totalmente sustentáveis.
- A FIA já havia divulgado, em 2024, os conceitos do carro e, nesta semana, detalhou nomenclaturas técnicas associadas à aerodinâmica ativa e ao sistema de ultrapassagem.
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) publicou nesta semana uma simulação do carro da Fórmula 1 em 2026, mostrando a nova geração em uma volta nas ruas de Mônaco. O objetivo é apresentar como ficarão os regulamentos técnicos e de motores no próximo ciclo.
A imagem divulgada pela FIA destaca mudanças no monoposto em relação a 2025, como o carro mais estreito e uma asa traseira com desenho simplificado. O objetivo é reduzir complexidades, com a beam wing sendo banida no regulamento vigente.
A simulação também evidencia um maior número de oscilações do carro nas curvas, porém é importante observar que se trata de um teste em simulador, não representando necessariamente o comportamento de um carro real.
O regulamento de 2026 prevê que o carro seja menor e mais ágil, com a remoção do sistema de redução de arrasto (DRS). Passa a haver aerodinâmica ativa, permitindo ajustes na asa dianteira e na traseira. Além disso, entra um botão de ultrapassagem para facilitar as manobras.
Outra mudança relevante envolve o motor, que passa a combinar metade de energia elétrica com combustão interna, além de utilizar combustíveis sustentáveis. O foco é tornar a Fórmula 1 mais eficiente e respeitosa ao meio ambiente.
Nesta quarta-feira, 17, a FIA e a Fórmula 1 detalharam as nomenclaturas técnicas associadas ao novo conceito, incluindo o funcionamento da aerodinâmica ativa e o botão de ultrapassagem. O material divulgado também aborda como será a recarga da bateria e as diferentes estratégias de recuperação de energia.
Mudanças no design
- O carro é retrabalhado para ficar mais estreito, com a asa traseira simplificada.
- A beam wing não integra mais o conjunto aerodinâmico.
- O objetivo é reduzir o peso e aumentar a agilidade em pista curta como Monte Carlo.
Tecnologia e sustentabilidade
- O motor passa a ter composição híbrida, com maior participação de energia elétrica.
- Os combustíveis usados serão totalmente sustentáveis.
- A recarga de energia poderá ocorrer por frenagem, uso da energia em curvas e desconexão de acelerador, entre outros métodos.
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