- Toni Nadal, tio e ex-treinador de Rafael Nadal, falou ao programa El Larguero sobre a separação entre Carlos Alcaraz e Juan Carlos Ferrero, dizendo ter ficado surpreso e que a decisão cabe ao próprio Carlos.
- Ele ressaltou que, no tênis e na vida, quem paga também tem influência sobre as escolhas, e mencionou a possível participação do pai de Carlos na mudança.
- Segundo o treinador espanhol, o desempenho recente é bom, então o motivo da ruptura não parece estar relacionado apenas aos resultados.
- Ao comparar com Rafael Nadal, Toni explicou que, quando o sobrinho era mais jovem, era mais exigente, mas, a partir dos dezoito anos, entregou responsabilidade a ele; na quadra ajudava, fora dela as decisões eram do próprio Nadal.
- Toni afirmou que nunca cobrou para treinar Rafael; com o sobrinho, o acordo foi diferente por vínculos familiares, o que tornou o trabalho mais barato para a família.
Toni Nadal, tio e ex-treinador de Rafael Nadal, comentou, em entrevista ao programa El Larguero, sobre a recente separação entre Carlos Alcaraz e Juan Carlos Ferrero. O treinador espanhol afirmou ter ficado surpreso com o rompimento, mas ressaltou que a decisão cabe ao atleta.
Segundo Toni, no mundo do tênis, quem decide é quem financia. Ele explicou que Alcaraz precisa administrar o relacionamento com Ferrero, já que o jogador cresce e não é mais criança. Assim, o controle não pode ser total, exigindo decisões conjuntas.
Toni também sugeriu que o pai de Carlos deve ter participação na mudança. Ele apontou que os resultados de Alcaraz estão bons, o que, na opinião dele, indica que a decisão envolve fatores além dos resultados técnicos.
O treinador relembrou o caso de Rafael Nadal para comparar situações. Ele disse que, na época, foi mais rígido com o sobrinho, mas aos 18 anos entregou a responsabilidade a Nadal fora da quadra, mantendo apoio dentro.
Sobre o modelo de trabalho com Nadal, Toni disse que não cobrava pelo treino. Em sua visão, os acordos com Rafael eram diferentes por vínculos familiares e pela economia de custos para a família, já que o treinador era próximo.
Toni afirmou que o acordo com Rafael permitia liberdade ao jogador para decidir, mesmo que ele ainda recebesse orientação na quadra. Ele ressaltou que o custo baixo facilitou a continuidade do relacionamento por longos anos.
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