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Torneios da Suíça recebem propostas, mas se recusam a ser vendidos

Torneios suíços Basileia, Genebra e Gstaad não se vendem; a ATP mira recomprar licenças para concentrar o calendário em Masters 1000 e Grand Slams

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  • O Masters 1000 saudita, a partir de 2028, pode redesenhar o calendário, criando risco para torneios ATP de nível 500 ou inferior.
  • Os torneios suíços Basileia, Genebra e Gstaad se mantêm irredutíveis, mesmo com ofertas atrativas para vender licenças.
  • A ATP pretende recomprar licenças de vários torneios ATP 250 e, em alguns casos, de 500, para concentrar os melhores jogadores em Masters 1000 e Grand Slams.
  • Representantes dos eventos suíços afirmaram não ter interesse em vender; Brennwald destacou que não venderá o “trabalho de vida” do torneio de Basel; Genebra também recusou.
  • Os anúncios apontam que os torneios de fevereiro devem concentrar o foco, com impactos previstos em Roterdã e Dallas (ATP 500) e Marselha e Delray Beach (ATP 250), além de possível efeito no circuito sul-americano.

A Master 1000 saudita deverá entrar no circuito a partir de 2028, o que pode alterar o calendário da ATP. Em meio a esse cenário, torneios de ATP 500 ou inferiores na Suíça enfrentam a possibilidade de mudanças, mas mantêm posição firme.

Os eventos de Basileia, Genebra e Gstaad recusaram propostas de venda apresentadas pela ATP. A liga busca recomprar licenças de diversos torneios para concentrar o foco nos Masters 1000 e nos Grand Slams, reduzindo o número de eventos de nível 500.

Contexto

Feliciano López, diretor do torneio de Madri, confirmou que a ATP quer priorizar os Grand Slams e, no futuro, cerca de dez Masters, com possivelmente mais eventos de nível 500. Isso consta de relatos publicados pelo Blick.

Na Suíça, Roger Brennwald, presidente de Basileia 500, afastou a chance de venda, dizendo que não aceitariam abrir mão do evento. Em Genebra, Rainer Schuttler reiterou que o interesse é manter o torneio no calendário.

Impacto no calendário

Em Gstaad, Jeff Collet afirmou manter o torneio de saibro entre os planos da organização. A ATP aponta que os torneios de fevereiro podem ser o foco de ajustes, já que o Masters saudita ocorreria no início do ano, pouco tempo após o Australian Open.

A expectativa é que a mudança afete principalmente Roterdã e Dallas, nos níveis 500, além de Marselha e Delray Beach, com possíveis impactos no circuito sul-americano. O objetivo da ATP é orientar os melhores jogadores para os Masters e Grand Slams.

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