- Paul Annacone acredita que Iga Swiatek pode conquistar o Career Slam já na temporada 2026 e vencer o Australian Open, em Melbourne.
- O ex-técnico de Roger Federer não vê o mesmo para Carlos Alcaraz e Jannik Sinner em 2026, embora não descarte surpresas entre os homens.
- Annacone aponta domínio contínuo dos líderes do ranking, com os atuais favoritos mantendo vantagem, mas com chances de derrotas ao longo da temporada.
- Ele aposta em Taylor Fritz, dos Estados Unidos, como possível campeão de Grand Slam caso se mantenha saudável e no topo.
- Sobre Novak Djokovic, ele ainda vê possibilidade, mas considera cada vez mais difícil o 25º título de Grand Slam, apesar de ser uma aposta arriscada contra ele.
Melbourne, Austrália – Em 2026, a temporada de tênis volta a focalizar o debate sobre quem pode completar o Career Slam, o que envolve vencer os quatro majors ao longo da carreira. O Australian Open aparece como o último título que falta para Iga Swiatek e Carlos Alcaraz, enquanto Jannik Sinner pode buscar o feito em Roland Garros.
Paul Annacone, ex-técnico de Roger Federer e atual comentarista do Tennis Channel, aponta Swiatek como a atleta com maior probabilidade de chegar ao Career Slam já no próximo ano e vencer o Australian Open. Ele avalia que a marca tende a ocorrer para a polonesa.
Swiatek tem 24 anos, já venceu Roland Garros quatro vezes, o US Open de 2022 e o Wimbledon de 2023. A adversária soma semifinais em Melbourne e chegou perto de um título após ter feito match point neste início de temporada, encerrando a oponente a caminho da taça, segundo o histórico de disputas.
Mesmo com a projeção favorável à americana, Annacone observa que o domínio atual do circuito ainda está com Alcaraz e Sinner. Segundo o analista, os dois lideram o ranking por consistência e qualidade, ainda que possam sofrer derrotas ou apresentar vulnerabilidade em determinados momentos.
Sobre a possibilidade de novo campeão de Grand Slam, o norte-americano avalia que Taylor Fritz pode crescer. Ele acredita na chance do jogador se manter no topo se preservar a saúde e manter o bom rendimento ao longo do ano.
Já em relação a Djokovic, o técnico legendário admite que a chance de o sérvio conquistar o 25º Grand Slam é real, mas aponta dificuldade crescente. A rotina de enfrentar grandes adversários e a exigência de vitórias em cinco sets seriam obstáculos consideráveis para esse objetivo.
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