- Enzo Kohlmann subiu 128 posições, alcançando a melhor marca da carreira, 909º, com 23 pontos.
- Kohlmann tinha como melhor posição o 913º colocado, em agosto, após semifinal em Joinville, e estava em 1.037º na lista anterior.
- O ranking passa a considerar 18 melhores resultados por ano a partir de 2026, trazendo ajustes no top brasileiro.
- Victor Pagotto avançou 74 posições para 1.339º, com seis pontos.
- Matheus Pucinelli subiu 3 posições, indo para 301º; João Lucas Reis caiu 4 posições para 207º; top 10 nacional oscila levemente.
Kohlmann deu salto expressivo no ranking da ATP após disputar a primeira final de sua carreira em Lima. O paulista de 19 anos subiu 128 posições, chegando à 909ª posição, seu melhor marca na carreira, com 23 pontos somados.
Antes, Kohlmann tinha como melhor posição o 913º lugar, em agosto, logo após a semifinal em Joinville. Na atualização desta segunda, ele aparece acima de 1.000 pero qualificado por vitórias recentes. Pagotto também ganhou espaço, ao avançar 74 posições para 1.339º com seis pontos.
Pucinelli segue subindo, com três posições a mais e o 301º lugar. Reis caiu quatro posições, indo para 207º. O top 10 brasileiro manteve leve oscilação, entre pequenas mudanças entre os atletas.
Mudanças no ranking para 2026
Com ajustes previstos para a classificação a partir de 2026, o ATP passará a considerar 18 melhores resultados do ano, em vez dos atuais 19. A alteração pode impactar a consistência de pontos de alguns jogadores.
Veja como ficou o top 10 dos brasileiros:
João Fonseca – 24º
Thiago Monteiro – 197º
João Lucas Reis – 207º (-4)
Thiago Wild – 217º (+1)
Felipe Meligeni – 225º (+1)
Gustavo Heide – 241º (+2)
Pedro Boscardin – 275º (-2)
Matheus Pucinelli – 301º (+3)
Daniel Dutra da Silva – 340º (+1)
Pedro Sakamoto – 384º
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