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Jackie Silva analisa cenário mundial do vôlei de praia e pede ousadia

Jackie Silva diz que Brasil precisa se arriscar no vôlei de praia; panorama feminino lidera, mas cenário masculino ainda busca equilíbrio para Los Angeles 2028

Jackie Silva no Prêmio Brasil Olímpico 2025 (Foto: Alexandre Loureiro/COB)
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  • Jackie Silva analisa o atual cenário do vôlei de praia mundial e diz que o Brasil precisa se arriscar mais para voltar a ser referência.
  • No Mundial de vôlei de praia deste ano, o masculino teve final 100% sueca, com brasileiros entre os melhores apenas Evandro e Arthur, que caíram nas quartas de final.
  • No feminino, o Brasil levou quatro duplas ao top 5; Carol e Rebecca ficaram com o bronze, enquanto a equipe eslovena foi campeã e Nuss e Brasher, dos EUA, ficaram em segundo.
  • A dupla brasileira no feminino que liderou o ranking mundial foi Carol e Rebecca, ocupando o topo; Thâmela e Vic já chegaram à segunda posição, com Duda e Ana Patrícia no Top 5.
  • Sobre Los Angeles 2028, Jackie afirma que o feminino tem mais chances no momento e que o Olímpico é uma competição diferente do Circuito Mundial, exigindo desempenho excelente na semana dos Jogos.

O voleibol de praia mundial mostrou evolução recente, e Jackie Silva analisa o cenário. Ela aponta que atletas suecos e noruegueses têm inovado dentro do jogo e que o Brasil precisa se arriscar mais para reconquistar posição de referência. Segundo a ex-jogadora, o Brasil é capaz de se adaptar e voltar a liderar.

No Mundial de Vôlei de Praia deste ano, o desempenho masculino ficou abaixo do esperado para o Brasil. Evandro e Arthur chegaram às quartas de final, mas não integraram o top 3. A final foi 100% sueca, com pódio ocupado por franceses.

Entre as mulheres, quatro duplas brasileiras chegaram ao torneio de alto nível. Carol e Rebecca conquistaram o bronze ao vencer Thâmela e Vic. A edição teve a Eslovênia como campeã inédito, com os EUA ocupando a segunda colocação com Nuss e Brasher.

Panorama mundial e rankings

Conforme o ranking da Volleyball World, o feminino manteve o Brasil no topo com Carol e Rebecca liderando. Thâmela e Vic aparecem em segundo, seguidas por Duda e Ana Patrícia no Top 5. No masculino, a situação é mais desigual, com Evandro e Arthur no grupo inicial.

A posição brasileira no masculino fica evidente ao observar a 23ª colocação de George e Saymon, depois de Evandro e Arthur. O cenário internacional mostra rápida ascensão de pares de outras seleções, especialmente nações europeias.

Perspectivas para Los Angeles 2028

Analisando o ciclo olímpico, Jackie ressalta que as Olimpíadas são disputas únicas, diferentes do circuito mundial com várias etapas. O foco atual está em consolidar o desempenho nas semanas-chave que definem a vaga da seleção.

Ela avalia que o voleibol de praia feminino está mais preparado para o ciclo de LA 2028, em comparação ao masculino. A ex-jogadora aponta necessidade de continuidade, melhoria de parceria e maior consistência em grandes torneios.

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