- Tsitsipas enfrentou uma lesão nas costas em 2025, ficou afastado desde setembro e chegou a cogitar encerrar a carreira.
- A volta ao circuito ocorre nesta sexta-feira, na United Cup, contra o japonês Shintaro Mochizuki.
- Em entrevista, o grego disse que a dor constante o fez questionar o futuro e dar prioridade à felicidade e à ausência de dor.
- Mesmo com dúvidas, ele quer jogar por mais tempo, afirmou que espera continuar por mais dez anos e destacou a recuperação bem-sucedida na pré-temporada.
- O atleta consultou um dos principais médicos do esporte e mantém otimismo para 2026, desejando não voltar a enfrentar problemas nas costas.
A temporada de 2025 foi marcada por uma lesão nas costas que acometeu Stefanos Tsitsipas, dificultando seu retorno às quadras. O ex-número 3 do mundo ficou afastado desde o duelo pela Copa Davis contra o Brasil, em setembro, e chegou a cogitar encerrar a carreira caso a dor persistisse. Atualmente, ele ocupa a 36ª posição no ranking e volta à competição nesta sexta-feira contra o japonês Shintaro Mochizuki na United Cup, em Perth.
Durante a coletiva em Perth, Tsitsipas reconheceu que o quadro físico delicado gerou reflexões sobre a aposentadoria. Em tom reservado, explicou que a dor contínua impacta a motivação e a visão de longo prazo, ressaltando que não é simples lidar com desconforto permanente para um atleta de alto nível.
Apesar das dúvidas, o atleta afirmou ter maior desejo de viver sem dor, mantendo a alegria de praticar o esporte. Ele disse que, se em algum momento não for mais possível competir, poderá interromper, mas que prefere manter a carreira enquanto possível e continuar sonhando com anos de competição.
O foco agora é a recuperação e o retorno ao circuito. Tsitsipas relatou ter dedicado meses à reabilitação e a fase de afastamento foi essencial para encontrar um caminho seguro de volta às competições. O retorno à pré-temporada foi positivo, sem dor ou desconforto, conforme avaliação do próprio jogador.
A preocupação principal nos meses anteriores era a capacidade de terminar as partidas. O episódio após o US Open, quando teve dificuldade de andar, evidenciou o temor de não completar jogos. O atleta comentou ter avaliado o futuro da carreira diante de momentos de maior rigidez física.
Segundo o relato, o processo de reabilitação seguiu todos os protocolos indicados por médicos e preparadores. A esperança é manter a evolução positiva na United Cup e ao longo da temporada 2026, com a meta de reduzir riscos de novas dores.
Para o próximo ano, Tsitsipas revelou manter o objetivo de retornar a competir com regularidade e, se possível, evitar novas interrupções por lesões. O atleta também mencionou a consulta a um dos principais médicos do esporte como parte do planejamento de longo prazo.
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