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Quatro erros na busca pelo shape e como evitá-los

Especialistas alertam que buscar resultados rápidos e dietas extremas aumenta risco de lesões, deficiências e efeito sanfona, com orientação profissional necessária

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Fotografia de uma pessoa treinando.
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  • O erro é focar apenas na aparência para definir se alguém está saudável, em vez de considerar funcionamento do metabolismo, desempenho e bem-estar.
  • Não buscar orientação de um profissional pode levar a dietas extremas; o nutricionista ajuda a balancear calorias e nutrientes com segurança.
  • Ignorar sinais do corpo, como fadiga, alterações de sono ou queda de cabelo, pode esconder desequilíbios hormonais ou metabólicos que atrapalham a evolução.
  • Usar “canetas emagrecedoras” sem indicação médica é arriscado e pode levar a perda de massa muscular e outros efeitos; o uso deve ser avaliado por um médico.
  • A venda de medicamentos para tratar obesidade passou a exigir receita retida na prática médica desde junho de 2025, reforçando a necessidade de acompanhamento profissional.

A busca por um corpo saudável tem ganhado espaço na rotina de muitas pessoas, mas pode levar a práticas arriscadas. Promessas de resultados rápidos costumam derrubar o foco na saúde. Profissionais alertam para a importância de orientação adequada.

Especialistas ressaltam que alimentação equilibrada e treino adequado são fundamentais para resultados sustentáveis. Sem base nutricional, exercícios intensos podem aumentar o risco de lesões e prejudicar a performance.

Mudanças na alimentação devem ser bem planejadas, priorizando alimentos naturais e uma rotina de refeições que sustente a energia. Dormir bem e manter hidratação também ajudam no equilíbrio metabólico.

1. Focar só na aparência

Mais importante que o espelho é o funcionamento do metabolismo, a ausência de deficiências e o desempenho nas atividades. Bem-estar, sono de qualidade e disposição estáveis compõem a saúde integral.

2. Não se consultar com um profissional

Medidas extremas e cortes radicais de calorias apresentam riscos como fadiga e queda de desempenho. Um nutricionista elabora estratégia com balanço calórico adequado para perda de peso saudável e sustentável.

A adoção de dietas sem acompanhamento pode provocar deficiências, irritabilidade e lesões. Perímetros de segurança ajudam a evitar o efeito sanfona e a perda de massa muscular.

3. Ignorar sintomas

Resultados abaixo do esperado podem sinalizar desequilíbrios hormonais. Avaliação médica é indicada diante de fadiga, alterações de sono, humor e queda de cabelo incomuns.

Disfunções da tireoide, ganho de peso associado ao cortisol e hipogonadismo dificultam mudanças na composição corporal. Privação de sono agrava desequilíbrios hormonais.

4. Usar canetas emagrecedoras sem indicação

Medicamentos para tratar a obesidade podem ajudar com indicados médicos, não têm finalidade estética. Uso sem acompanhamento acarreta riscos de dosagem inadequada e efeitos adversos.

Desde junho de 2025, a venda de esses fármacos requer retenção de receita. Profissionais destacam que a questão não é estética, e sim benefício metabólico com supervisão clínica.

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