- Learner Tien, aos 19 anos, venceu o Moselle Open em Metz e consolidou a temporada de 2025 com cinco vitórias sobre jogadores do Top 10.
- Valentin Vacherot surpreendeu ao vencer o Masters 1000 de Xangai, saindo da posição 204 no ranking na época e derrotando Djokovic e Rune.
- Na grama e no saibro, Gabriel Diallo conquistou seu primeiro título em ’s-Hertogenbosch ao marcar 56 aces; Jenson Brooksby venceu Houston como 507º do mundo, salvando match-points em três partidas; Flavio Cobolli quebrou uma sequência de oito derrotas ao vencer em Bucareste.
- Jakub Mensik venceu o Masters 1000 de Miami, ao superar Djokovic, e Tomas Machac levou o ATP 500 de Acapulco, subindo ao Top 20.
- João Fonseca, 18 anos, terminou 2025 em 24º no mundo após triunfos em Buenos Aires e Basileia, destacando a ascensão da nova geração.
O fim do calendário da ATP em 2025 coroou Learner Tien como a nova estrela, ao vencer o Moselle Open em Metz, aos 19 anos. O título selou uma temporada histórica, com cinco vitórias sobre Top 10 e uma determinação de seguir competindo em alto nível.
Outra zebra marcante ocorreu em Xangai, quando Valentin Vacherot venceu o Masters 1000, partindo da posição 204. A vitória diante de Djokovic e Rune mostrou como surpresas podem surgir rapidamente no circuito, elevando o papel de jogadores do Challenger com ritmo intenso de jogo.
No circuito de grama e saibro, o drama foi inevitável. Gabriel Diallo somou 56 aces para vencer em ’s-Hertogenbosch, buscando redenção pela final perdida no ano anterior. Em Houston, Jenson Brooksby retornou ao competitivo ao vencer o torneio após iniciar a temporada sem ranking. Cobolli quebrou uma sequência de oito derrotas para dominar o saibro de Bucareste.
Na primavera europeia e norte-americana, novas vozes despontaram. Em Miami, Jakub Mensik venceu o Masters 1000 em sets diretos, diante de Djokovic, um feito raro para estreante. No México, Tomas Machac conquistou o ATP 500 de Acapulco, elevando-se ao Top 20 mundial. O mercado já percebe o aumento do favoritismo desses jovens.
O ano começou indicando que a geração seguinte ganharia espaço, especialmente na América do Sul. João Fonseca, brasileiro de 18 anos, venceu em Buenos Aires e tornou-se o sul-americano mais jovem a vencer um torneio da ATP desde 1990, confirmando destaque ao chegar ao 24.º lugar no ranking. Ele ainda conquistou o 500 da Basileia e administrou boa fase em quadras rápidas.
Sete promessas para 2026
A seguir, nomes de jovens que devem manter o ritmo e buscar ascensão no ranking, com foco no Next Gen ATP Finals em Jeddah, trampolim para muitos dos atuais top 10.
Federico Cina: herdeiro italiano
Filho de Francesco Cina, o jovem de 17 anos já bateu Top 100 ao derrotar Comesaña no Masters 1000 de Miami. Ele combina técnica herdada da família com explosão necessária ao circuito moderno, guiado pela influência de Yon Djokovic.
Martin Landaluce: a nova promessa de Madri
Nascido em 2006, o espanhol ganhou destaque ao vencer challenger, com histórico em Masters 1000 e Grand Slams. Treina com Rafael Nadal em Mallorca, buscando replicar a intensidade que moldou seus mentores.
Rei Sakamoto: gigante na Rod Laver Arena
Com 1,93m, o japonês passou de título juvenil do Australian Open a segundo japonês mais jovem a vencer um challenger, atrás de Nishikori. Sob orientação de Nishikori, aposta em saque pesado e agressividade desde os primeiros pontos.
Nicolai Kjaer: discípulo de Ruud
Campeão juvenil de Wimbledon em 2024, o norueguês treina entre Noruega, Itália e Mônaco. A proximidade com Ruud, com quem treinou nas Finais da ATP, reforça a visão de que consistência tática é chave para a transição ao profissionalismo.
Rodrigo Pacheco Mendez: orgulho mexicano
Eleiteite como o jogador mexicano mais jovem a vencer uma partida de ATP, superando barreiras financeiras. Fora das quadras, tem paixão por parques temáticos e fantasias de cinema, mas o foco está no tênis de alto nível.
Alexander Blockx: obsessão belga pelo jogo
Belga de 20 anos, vencedor do Australian Open juvenil, com dois títulos de challenger no currículo. Considerado studioso do esporte, usa conhecimento para antecipar movimentos e ler o jogo com maturidade rara para a idade.
João Fonseca: o despertar de uma estrela
Ao fim de 2025, Fonseca chegou ao 24º lugar do mundo, com títulos em Buenos Aires e Basileia. Em 2025, no Australian Open, ele surpreendeu ao derrotar Rublev em sets diretos, sinalizando o nascimento de um fenômeno no tênis.
Esses nomes destacam a expectativa de que a próxima geração mantenha o impulso de 2025, desafiando a hierarquia existente e ampliando o leque de talentos em ascensão pelo circuito mundial.
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