- Laura Raupp, de Santa Catarina, disputa o Mundial Júnior da WSL entre 11 e 18 de janeiro nas Filipinas, aos 19 anos.
- Ela vive a melhor temporada da carreira, com título brasileiro em 2025, vitórias no QS e bons resultados no Challenger Series.
- No feminino, Luara Mandelli também está confirmada representando o Brasil.
- No masculino, a seleção brasileira terá Rickson Falcão, Gabriel Klaussner e Ryan Kainalo.
- No Challenger Series, Laura é nona no ranking com 16.325 pontos, a 95 pontos da zona de classificação para a elite.
Laura Raupp, catarinense de 19 anos, disputará o Mundial Júnior da WSL entre 11 e 18 de janeiro, nas Filipinas. A atleta brasileira busca manter a boa fase da temporada e sonha com vaga na elite do surfe mundial.
A campeã brasileira de 2025, com vitórias no QS e bons resultados no Challenger Series, representa Santa Catarina na competição que abre o calendário da WSL em 2026. Luara Mandelli, do Paraná, também está confirmada no feminino.
No elenco masculino, o Brasil será representado por Rickson Falcão, de Saquarema, Gabriel Klaussner, de Ubatuba, e Ryan Kainalo, que também compete no Mundial Júnior. Todos buscam somar pontos para a elite.
Laura Raupp também tem foco no Challenger Series, onde ocupa a nona posição com 16.325 pontos, ficando apenas 95 atrás da zona de classificação para o Championship Tour. A temporada brasileira evidencia a geração de juniores que já produziu campeões mundiais.
Contexto e histórico
O Mundial Júnior reúne jovens surfistas com até 20 anos e é visto como vitrine para o futuro do surfe global. Entre os títulos anteriores, o Brasil soma conquistas tanto no masculino quanto no feminino, com destaque para o título de Luana Silva em 2024. A competição também serve de referência para o desempenho nacional no cenário internacional.
O presidente da WSL na América Latina, Ivan Martinho, ressalta a relevância do Mundial Júnior para a formação de atletas que chegam à elite e reforça o histórico de sucesso brasileiro nos juniores nos últimos anos. A edição de 2025 teve vitórias de Brasil, consolidando o papel do país na competição.
Além de Laura Raupp, o Brasil mantém presença constante entre os favorites, com atletas buscando se consolidar no radar da elite mundial por meio de resultados consistentes em fases qualificatórias e no circuito Challenger. A disputa acontece de forma ininterrupta desde a abertura do calendário anual da WSL.
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