- O Australian Open começa neste sábado e o Brasil nunca passou da terceira rodada nas simples, conhecido como o “Happy Slam”.
- A melhor campanha brasileira foi com Gustavo Kuerten em 2004, e Bia Haddad Nadal/Koen em 2024 e 2025; Guga acumula mais derrotas que vitórias em Melbourne (8 a 7).
- Fernando Meligeni diz que a dificuldade não se explica apenas pela preparação, apontando que a pré-temporada costuma levar jogadores à Oceania antes do Grand Slam.
- Bia Haddad estreia neste sábado, às 21h, contra a cazaque Yulia Putintseva.
- O duelo de João Fonseca contra o americano Eliott Spizzirri ainda não tem horário confirmado na primeira rodada.
O Brasil tem uma nova chance de quebrar a chamada “maldição” do Australian Open na chave de simples. O torneio começa neste sábado em Melbourne, e o Brasil busca passar além da terceira rodada pela primeira vez. O evento é conhecido como Happy Slam pelos altos índices de intensidade no início da temporada.
Historicamente, o máximo atingido por brasileiros em simples no Australian Open foi a terceira fase. Gustavo Kuerten foi o pioneiro em 2004, seguido por Bia Haddad em 2024 e 2025. Fernando Meligeni chegou perto de avanços significativos, mas o desafio australiano persiste.
A dificuldade fica evidente nas estatísticas de Guga. Em Melbourne, ele teve mais derrotas (8) que vitórias (7) ao longo da carreira, com a melhor campanha vindo há 22 anos. Em 2004, Kuerten venceu dois oponentes na terceira rodada antes de cair.
Bia Haddad estreia neste sábado
Bia Haddad inicia a participação do Brasil no torneio. Às 21h, ela enfrenta a cazaque Yulia Putintseva na estreia, buscando superar a segunda rodada pela primeira vez em Melbourne.
Ainda na primeira rodada, João Fonseca tem adversário americano: Eliott Spizzirri. O dia e o horário da partida de João ainda não foram confirmados. A dupla brasileira volta a competir após as sessões de preparação.
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