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Ex-número 4 do mundo, Andreescu conquista título de ITF nos EUA

Bianca Andreescu vence o ITF W35 de Bradenton, marcando retorno após lesões; atual 228 da WTA aos 25 anos

Foto: Hopman Cup
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  • Bianca Andreescu venceu o ITF W35 de Bradenton, nos Estados Unidos, ao derrotar Vivian Wolff por 6/2 e 7/5 na final.
  • A canadense, ex-número quatro do mundo e campeã do US Open de 2019, tem hoje 25 anos e está na 228ª posição da WTA.
  • Ela optou por disputar o torneio menor mesmo tendo ranking para o quali do Australian Open.
  • A carreira de Andreescu foi afetada por lesões: ficou afastada entre agosto de 2023 e maio de 2024 por problemas nas costas e correu uma cirurgia de apêndice no início de 2023/2024.
  • Ao longo da semana, ela venceu Malkia Ngounoue, Lea Ma, Ella McDonald e Tatiana Pieri; a brasileira Carolina Bohrer disputou o quali, entrou como lucky-loser e chegou às quartas de duplas.

Bradenton, EUA – Bianca Andreescu venceu neste domingo o ITF W35 de Bradenton, em quadras duras, ao derrotar Vivian Wolff, dos EUA, na final por 6/2 e 7/5. A canadense conquista o título sem depender de lotação de ranking alto, já que ocupa hoje a 228ª posição da WTA.

Ex-número 4 do mundo e campeã do US Open em 2019, Andreescu disputa torneios na sequência de lesões que marcaram sua carreira recente. Ela ficou afastada entre agosto de 2023 e maio de 2024 por uma lesão nas costas e realizou uma cirurgia de apêndice no início de 2023, voltando a competir apenas em abril.

Ao longo da semana, a canadense superou adversárias dos EUA e de outros países. Na estreia, venceu Malkia Ngounoue; na semifinal, derrotou Lea Ma; nas oitavas, superou Ella McDonald; e nas quartas, enfrentou Tatiana Pieri e avançou.

A competição contou com a participação brasileira Carolina Bohrer, jovem catarinense de 18 anos. Bohrer avançou uma rodada no quali e entrou na chave principal como lucky-loser, sendo eliminada por McDonald. Na chave de duplas, chegou às quartas de final.

Participação brasileira e desdobramentos

Bohrer disputou ainda a chave de duplas, onde alcançou as quartas de final ao lado de parceira não mencionada. A presença de atletas brasileiros reforça a atuação do país em eventos ITF de menor escala, com foco em desenvolvimento e retorno competitivo.

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