- Revolut fechou uma parceria de naming rights com a Audi para a entrada na Fórmula 1, com o objetivo de levar a base de usuários global para 100 milhões até 2027.
- A fintech tem 70 milhões de usuários e atua em 39 mercados, usando a F1 para ampliar sua presença em dezenas de países.
- A estratégia é baseada em operação “in-house” — sem agências — desde as negociações com a Audi até a criação das campanhas.
- No B2B, o Revolut Business Banking será usado pela equipe de F1 da Audi; no B2C, haverá conteúdos, experiências e cartões exclusivos para usuários.
- Acesso a embaixadores locais e futuras novidades regionais, como Gabriel Bortoleto no Brasil, mantendo equilíbrio entre presença global e relevância local; IA é usada para mídia e criação de campanhas.
A Revolut anunciou uma parceria de naming rights com a Audi para entrar na Fórmula 1, ampliando sua presença global. A ação envolve a fusão entre tecnologia financeira avançada e o maior palco do automobilismo, segundo o CGO e CMO global Antoine Le Nel.
Com 70 milhões de usuários e atuação em 39 mercados, a fintech pretende alcançar 100 milhões de usuários até 2027. A estratégia utiliza a Fórmula 1 como plataforma global para acelerar o crescimento e a visibilidade da marca.
A parceria também marca uma aposta por uma operação internalizada, sem depender de agências externas, para acelerar decisões e lançamentos. Esse modelo busca velocidade, eficiência e controle direto sobre campanhas e produtos.
Visão estratégica de crescimento
Le Nel explica que a F1 oferece presença em 17 dos 25 GPs atuais, alinhando inovação, velocidade e competição ao DNA da Revolut. A escolha foi diferente de rivais regionais, buscando escala global desde o início.
A Audi foi escolhida por ser uma marca emergente no grid, o que espelha o perfil da Revolut como challenger no setor financeiro. A relação é vista como inspiradora e ao mesmo tempo acessível para clientes.
Como a parceria opera na prática
No B2B, a equipe da Audi F1 utilizará o Revolut Business Banking para suportar operações com custos e complexidade típicos de uma equipe de F1. No B2C, clientes terão acesso a conteúdos, experiências e cards exclusivos.
O acordo não se resume à exposição de marca. A Revolut pretende entregar valor estratégico ao esporte, conectando o alcance global a ações locais para diferentes mercados.
Entrega de valor e governança de marketing
O projeto é feito inteiramente internamente, sem agências. Segundo Le Nel, a ausência de intermediários acelera decisões, reduz custos e facilita a execução de campanhas em 39 mercados.
A marca aposta em embaixadores locais para manter relevância cultural, com Mario Götze na Alemanha e novidades previstas para o Brasil com Gabriel Bortoleto. O equilíbrio entre alcance global e identidade local é destacado.
Tecnologia e IA na estratégia
Le Nel destaca o uso da IA para compra de mídia e segmentação, visando eficiência. Também há uso de IA Generativa para escalar mensagens criativas, permitindo campanhas globais com rápida localização.
A estratégia de marketing da Revolut combina velocidade operacional com inovação tecnológica, buscando manter qualidade sem perder agilidade. O objetivo é manter a competitividade em um cenário global cada vez mais interativo.
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