- Carlos Alcaraz venceu Yannick Hanfmann por 7-6(4), 6-3 e 6-2 e avançou à terceira rodada do Australian Open.
- O espanhol afirmou ter percebido depois da partida que jogou melhor do que pensava, destacando a importância de conversar com a equipe para analisar o desempenho.
- Ele disse que costuma focar nos aspectos negativos durante o jogo, o que dificulta enxergar o nível real da performance.
- Alcaraz ressaltou que o adversário impôs ritmo intenso, dificultando o conforto dele em quadra.
- Na próxima fase, o canhoto Corentin Moutet é o adversário, em duelo que deverá ser inédito no circuito.
Melbourne, Austrália — Nesta quarta-feira, Carlos Alcaraz avançou à terceira rodada do Australian Open ao vencer o alemão Yannick Hanfmann por 7-6(4), 6-3 e 6-2. O espanhol mostrou controle em momentos decisivos e confirmou o favoritismo.
Em entrevista após o confronto, o atual número 1 do mundo disse que, dentro da quadra, nem sempre percebe com precisão o seu desempenho. Fora da partida, porém, reconheceu que avaliou melhor seu jogo com a ajuda da equipe.
Alcaraz explicou que costuma focar nos aspectos negativos durante o jogo, o que pode distorcer a percepção da atuação. Na opinião dele, assistindo depois, o quadro fica mais claro e o ritmo de Hanfmann dificultou o seu encaixe.
O jogador de 22 anos ressaltou que mudanças técnicas tiveram impacto, especialmente no saque, que recebeu atenção constante ao longo do último ano. Também mencionou ajustes na forma de se comportar e de falar consigo mesmo em momentos difíceis.
Além disso, o espanhol destacou o papel do diálogo com a equipe para entender melhor o que ocorreu em cada partida. O rodízio entre preparação física e mental, segundo ele, ajuda a manter foco e equilíbrio.
Para a próxima fase, Alcaraz encara o francês Corentin Moutet, canhoto, que avançou sem concluir a partida após a desistência de Michael Zheng, no começo do quarto set, com o francês já vitorioso em 3/6, 6/1, 6/3 e 2/0. Partida inédita no circuito.
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