- Djokovic segue sem perder sets no Australian Open, poupando energia e buscando o 11º título em Melbourne.
- Ele reconhece que Alcaraz e Sinner continuam como favoritos, mas diz ter chance ao entrar em quadra, especialmente na quadra que mais lhe rendeu oportunidades.
- A vitória sobre Botic van de Zandschulp, por 6/3, 6/4 e 7/6 (7-3), levou o sérvio a 400 jogos vencidos em Grand Slam e a igualar a marca de Roger Federer com 102 vitórias no Australian Open.
- Djokovic revelou ter ficado perto de perder o segundo set e saiu de situações difíceis, destacando o set point do terceiro set como determinante para o resultado.
- Ele elogiou Stan Wawrinka, destacando a longevidade, o legado e o impacto do suíço no tênis, tanto dentro quanto fora das quadras.
Novak Djokovic manteve o ritmo estável no início do Australian Open, sem perder sets, enquanto busca o 11º título em Melbourne e o 25º Grand Slam da carreira. A estratégia é poupar energia nas primeiras fases e manter o alto nível para as fases decisivas.
O sérvio permanece atento ao favoritismo de Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, que lideram o ranking e o momento da temporada. Djokovic, atualmente em posição de quarto na classificação, destaca que o desempenho depende do cuidado com o corpo e da gestão de cada partida.
Mesmo em começo de torneio, o objetivo é claro: manter o foco e evitar o desgaste excessivo. A quadra rápida de Melbourne facilita as ações, mas o time do jogador adota cautela para não repetir lições do passado.
Vitória histórica e próximos passos
No confronto deste sábado, Djokovic derrotou o holandês Botic van de Zandschulp por 6/3, 6/4 e 7/6 (7-3). A vitória lhe rendeu os 400 triunfos em Grand Slams e igualou a marca de Roger Federer com 102 vitórias no Australian Open. O placar manteve a hegemonia em sets diretos, apesar de pressão na terceira parcial.
Djokovic salvou dois pontos de set no terceiro set, o que mostrou a natureza imprevisível do jogo e a necessidade de manter o serviço firme. O próximo adversário será o jovem tcheco Jakub Mensik, nas oitavas de final.
Ao comentar o momento, Djokovic ressaltou que cada torneio exige equilíbrio entre confiança e contenção. Ele reconhece o alto nível de Alcaraz e Sinner, mas acredita que pode explorar a quadra de Melbourne para avançar.
Homenagem a Stan Wawrinka
O tenista suíço Stan Wawrinka, que disputou o último Australian Open aos 40 anos, é lembrado por Djokovic como exemplo de longevidade e dedicação. O tetracampeão de Grand Slams inspira pela paixão pelo esporte e pela trajetória consistente ao longo dos anos.
Djokovic elogiou a rivalidade cordial com Wawrinka e destacou o impacto do compatriota na sua própria carreira. O legado de Wawrinka é visto como conquista dentro e fora das quadras, fortalecendo o respeito entre os atletas.
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