- A temporada 2026 inicia com três dias de testes privados em Barcelona, sem transmissão, nem público ou imprensa.
- Cada equipe pode usar apenas três dos cinco dias disponíveis, aumentando o sigilo sobre o desempenho real.
- A mudança regulatória é considerada a maior em décadas, com foco em novos motores e uso de combustível 100% renovável.
- A Mercedes é apontada como favorita no desenvolvimento, com expectativa de parte relevante da potência vindo do motor elétrico.
- O piloto Gabriel Bortoleto destaca o R26 da Audi como carro promissor, com a preparação para as evoluções até o Bahrein e Melbourne.
A Fórmula 1 começa a temporada 2026 com uma semana de testes privados em Barcelona, sem transmissão, público ou imprensa. Os carros percorrem o Circuit de Barcelona-Catalunya, entre 26 e 28 de janeiro, para contatos iniciais com o novo regulamento.
A novidade principal é a revolução no regulamento, com quase metade da potência vindo do motor elétrico e combustível 100% renovável. A Mercedes é apontada como favorita no desenvolvimento neste estágio inicial.
As equipes terão direito a apenas três dos cinco dias disponíveis, o que restringe a observação de desempenho. Mesmo sem transmissão, as equipes avaliam o andamento dos seus projetos frente aos rivais.
Contexto regulatório
A pré-temporada de 2026 envolve mudanças profundas não apenas na motorização, mas em aerodinâmica e sistemas de recuperação de energia. A curva de evolução ocorre em ritmo acelerado, segundo chefs de equipes.
O que esperar dos testes
Analistas ressaltam que resultados de Barcelona costumam não traduzir o desempenho real na reta final. Espera-se maior foco em confiabilidade, setup inicial e interpretação das novas regras.
Destaques e perspectivas
Audi apresenta o R26, com comentários de Gabriel Bortoleto apontando entusiasmo com o projeto. A Mercedes é citada como referência em avanços tecnológicos durante a fase de ajustes.
Entre na conversa da comunidade