- Autoridades dos EUA intensificam o planejamento para possíveis drones disruptivos durante os Jogos Milano Cortina, de filmagem ilícita a cenários com cargas explosivas.
- Drones em áreas externas de montanha são alvo de restrições e monitoramento na preparação do evento; uso legítimo pode ser credenciado, mas fãs devem esperar tentativas de voo não autorizadas.
- Esforço americano é coordenado pela Serviço Diplomático de Segurança (DSS) com apoio do FBI (Federal Bureau of Investigation), do Department of Homeland Security (DHS), do Department of Defense (DoD), do Department of Energy (DOE) e da comunidade de inteligência, entre outros, com agentes no local.
- Foi realizado na Itália um simpósio aéreo de alto nível para alinhar informações entre EUA e Itália e estabelecer canais de comunicação rápidos durante as competições.
- Além de drones, preocupam-se com incidentes cibernéticos em pagamentos e bilheteria, além de protestos e crimes oportunistas; cidadãos dos EUA são orientados a se inscrever no programa Smart Traveler Enrollment (STEP) e a manter cautela e paciência.
O governo dos Estados Unidos intensifica o planejamento para possíveis ataques de drones durante os Jogos de Milão e Cortina d’Ampezzo, em fevereiro. Defesa contra aeronaves não tripuladas, observação de filmagens ilícitas e cenários com carga explosiva entram na lista de riscos.
Autoridades do DSS, FBI, DHS, DoD, DoE e comunidade de inteligência coordenam a proteção de cidadãos e visitantes. A mobilização ocorre enquanto a Itália recebe equipes americanas para compartilhar informações e estabelecer canais diretos de comunicação.
Um simpósio de drones na Itália reuniu especialistas dos EUA para alinhar estratégias com autoridades italianas. A função é proteger áreas externas de montanha, onde drones são mais difíceis de controlar.
Drones civis podem ser usados para filmagens regulamentadas mediante credenciamento, mas também para atividades de vigilância não autorizadas. Planos incluem zonas sem drones, sistemas de contra-UAS e medidas de intervenção eletrônica.
Além de drones, a segurança cobre riscos cibernéticos que possam afetar pagamentos, bilhetes e acessos. Protestos e crimes oportunistas também são considerados cenários de planejamento para as autoridades.
Becky McKnight, agente do DSS em Milão, atua na construção de relações com forças de segurança locais e gestores de locais, visitando áreas de competição. A preparação envolve entender o terreno e pontos de travessia logísticos.
Oficialmente, a proteção é vista como uma responsabilidade compartilhada entre autoridades italianas e equipes internacionais, com a Itália mantendo a primazia no país anfitrião. Patrocínio e cooperação são foco contínuo.
Fontes oficiais destacam que o planejamento para grandes eventos costuma começar anos antes, com agentes no terreno para monitorar ameaças. O objetivo é manter as competições seguras para atletas e público.
Autoras: Rory Carroll (Los Angeles) e edição: Ken Ferris.
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