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Hino nacional é executado por bateria e jovens ritmistas na final do Rio Open

Hino nacional será executado por 21 jovens ritmistas na final do Rio Open 2026, conectando esporte, samba e cultura carioca

Ensaio para o hino nacional (Foto: Eduardo Hollanda/ LIESA)
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  • Rio Open 2026 terá a final no dia 22 de fevereiro, com o hino nacional executado por uma bateria de crianças e jovens ritmistas de escolas de samba, regida por Pretinho da Serrinha, com participação de Miguelzinho do Cavaco.
  • O ensaio da apresentação ocorreu em 26 de fevereiro, na Cidade do Samba, já sinalizando o peso emocional do momento na decisão do torneio.
  • A apresentação reúne 21 jovens ritmistas que acompanham Miguel do Cavaco, em formato de bateria para ampliar o impacto coletivo.
  • Pretinho da Serrinha destaca a oportunidade de unir cultura, esporte e formação, abrindo caminhos para sonhos dos jovens; Miguelzinho expresa emoção e orgulho pela ocasião.
  • O Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul, costuma fechar com envolvimento de artistas e da cultura carioca, mantendo o hino como um dos pontos altos da programação.

O Rio Open 2026 reservou um momento emblemático para a final: a execução do Hino Nacional, no dia 22 de fevereiro, na cidade do Rio de Janeiro. A apresentação acontece antes da decisão do torneio, que ocorre no domingo, após o Carnaval.

A batuta fica com uma bateria formada por crianças e jovens ritmistas de escolas de samba, sob a regência de Pretinho da Serrinha e com a participação de Miguelzinho do Cavaco. A iniciativa pretende ampliar o impacto emocional do ritual na arena.

O ensaio ocorreu nesta segunda-feira, 26, na Cidade do Samba, já antecipando a atmosfera de tensão e expectativa que envolve a final. A escolha de uma apresentação em formato de bateria reforça o caráter coletivo da cerimônia.

Protagonistas e significado

A diretora musical do evento destaca que conduzir o Hino na maior competição de tênis da América do Sul simboliza a conexão entre cultura e esporte, além de oferecer oportunidades para jovens ritmistas. A participação de Miguelzinho do Cavaco é descrita como uma oportunidade de inspiração para os alunos.

Miguelzinho do Cavaco comenta que dividir o palco com Pretinho representa um marco na sua carreira e reforça a ideia de unir Brasil, música e esporte em uma mesma celebração. A dupla ressalta a importância de abrir caminhos para jovens talentos.

Contexto cultural do ritual

O Rio Open já integrou a música ao seu formato tradicional, trazendo nomes variados para conduzir o hino em edições anteriores. A edição atual aproveita o Carnaval para ampliar a participação cultural na final, reforçando a relação entre o torneio e a identidade cultural carioca.

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