- Lais Souza relembrou o acidente de 27 de janeiro de 2014, quando, em Park City, nos Estados Unidos, colidiu com uma árvore durante treino de esqui aéreo e fraturou as vértebras C3 e C4, resultando em tetraplegia.
- Na época, a ex-ginasta já havia migrado para o esqui aéreo, classe em que se preparava para os Jogos de Sochi, após deixar a ginástica.
- Ela disputou duas edições olímpicas pela ginástica, a última em Londres 2012, antes de mudar de modalidade.
- Atualmente atua como palestrante e mantém rotina intensa de fisioterapia; desejou boa sorte aos brasileiros na Olimpíada de Milão-Cortina, destacando a maior delegação já presente.
- A mensagem compartilhada reforça a ideia de que recomeçar também é vencer, especialmente diante de adversidades.
Lais Souza relembrou, em redes sociais, o acidente que a tirou temporariamente dos esportes. Em 27 de janeiro de 2014, em Park City, Estados Unidos, ela colidiu com uma árvore durante treino de esqui aéreo às vésperas de Sochi 2014. A fratura atingiu vértebras C3 e C4, deixando-a tetraplégica.
A ex-ginasta integrou a seleção brasileira de ginástica, disputando Londres 2012. No ano seguinte, migrou para o esqui aéreo, um esporte de rampas altas, com saltos que ultrapassam seis metros de altura. A mudança exigiu adaptação física e mental.
Lais detalha o período de preparação, destacando o medo no início, apesar das vitórias em competições na nova modalidade. Em 12 anos, aprendeu que algumas vitórias não vêm em forma de medalha e que recomeçar também é vencer.
No dia a dia, a atleta atua como palestrante e segue com fisioterapia e acompanhamento médico. À vésperas de Milão-Cortina 2026, ela desejou boa sorte aos brasileiros na competição.
Atual atuação e mensagem aos atletas
Milão-Cortina terá a maior delegação brasileira já presente. Lais ressaltou a força do esporte e o orgulho de ver o Brasil com 14 atletas classificados. Ela acredita que a história olímpica do país continua sendo escrita.
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