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Pegula celebra semifinal inédita e valoriza poder de reação

Pegula chega à semifinal inédita em Melbourne aos 31 anos, valorizando a reação mental que assegurou a vitória sobre Anisimova

Jessica Pegula (Foto: Tennis Australia)
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  • Pegula alcança a semifinal ineditа de Australian Open em Melbourne aos 31 anos, após sair na frente em três quartos de final consecutivos (2021-2023).
  • A norte‑americana derrotou Amanda Anisimova por 6/3 e 7/6 (7-1), recuperando a quebra no segundo set e fechando no tiebreak.
  • Ela destacou a força mental nos momentos decisivos, mantendo o saque e buscando a quebra para fechar em dois sets.
  • Pegula reafirmou ter evoluído em comparação com as derrotas anteriores em quartos de Grand Slam, dizendo ter mais ferramentas para reagir em partidas difíceis.
  • A vitória marcou o 14º triunfo de Pegula em 15 confrontos contra adversárias norte‑americanas; ela encara Elena Rybakina na semifinal, com o histórico de confrontos empatado em 3 a 3.

Pegula faz história no Australian Open ao alcançar a semifinal, a primeira da carreira em Melbourne, aos 31 anos, após três eliminações seguidas nas quartas entre 2021 e 2023. A vaga destaca sua evolução e o impulso na temporada australiana.

Aos 31 anos, a norte-americana bate Amanda Anisimova com 6/3 e 7/6 (7-1). Ela iniciou bem, venceu o saque e, no segundo set, esteve perdendo por 3/5, revertendo a quebra e fechando no tiebreak. Foi marcada pela resistência mental nos momentos decisivos.

Pegula relembrou as derrotas anteriores nas quartas de Grand Slam, ainda na casa dos 20 anos, e disse ter amadurecido. Segundo ela, hoje possui mais ferramentas para reagir quando a situação aperta, o que traz confiança e satisfação pelo progresso ao longo do tempo.

A vitória também elevou o recorde contra adversárias norte-americanas, com 14 vitórias em 15 duelos. Pegula comemorou com humor esse rendimento diante de compatriotas, destacando a competitividade entre jovens jogadoras.

Semifinal contra Elena Rybakina

Rybakina é a próxima adversária de Pegula, em posição de favorita em parte pela potência do saque e do jogo de fundo. O confronto aponta para uma batalha equilibrada, já que o histórico entre as duas registra 3 a 3.

Pegula reconheceu a dificuldade do desafio, destacando que a adversária impõe ritmo e não entrega pontos fáceis. A princípio, a norte-americana pretende manter o nível de saque e busca explorar oportunidades para quebrar o servicio da adversária.

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