- A 12ª edição do Rio Open terá canal de Ouvidoria para público e profissionais, criado na edição de 2023.
- O atendimento ocorre em espaço exclusivo dentro do Complexo do Jockey, com salas privativas, além de atendimento por WhatsApp.
- O serviço é conduzido por equipe multidisciplinar (assistentes sociais, psicólogos e advogados) e tem coordenação de Valéria Bastos.
- O objetivo é oferecer acolhimento, orientação jurídica e confidencialidade, evitando retaliação e incentivando o relato de agressões, discriminação ou assédio.
- A diretora-geral do torneio, Marcia Casz, afirma que a iniciativa visa manter o Rio Open como espaço de alegria, harmonia e respeito, ajudando a inibir desrespeitos.
A 12ª edição do Rio Open terá novamente um canal de Ouvidoria para quem estará no evento, seja para diversão ou trabalho. O objetivo é oferecer um espaço seguro para relatar agressões, assédios, ameaças ou qualquer discriminação.
O atendimento ocorre em um espaço exclusivo dentro do Complexo do Jockey, com salas privativas que garantem sigilo e confidencialidade. Também há atendimento por WhatsApp, com número a ser amplamente divulgado.
A Ouvidoria é conduzida por uma equipe multidisciplinar de assistentes sociais, psicólogos e advogados, que oferecem acolhimento e orientação jurídica. A coordenação fica a cargo de Valéria Bastos.
Valéria Bastos afirma que o canal funciona como espaço de escuta e acolhimento para público e equipes, assegurando acessibilidade a relatos de agressões ou discriminação, incluindo assédio sexual ou moral.
Marcia Casz, diretora-geral do torneio, destaca que a iniciativa reforça o compromisso com um ambiente de alegria, harmonia e respeito, fortalecendo o relacionamento com os diferentes públicos do Jockey.
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