- Coco Gauff quebrou uma raquete após a derrota para Elina Svitolina nas quartas de final do Australian Open; o momento foi registrado e gerou repercussão entre nomes do circuito.
- Novak Djokovic manifestou solidariedade, dizendo entender o que aconteceu com Gauff e que é triste não poder extravasar sem ser registrado por câmeras.
- Djokovic comentou a tendência de aumento de câmeras e divulgação nas redes sociais, questionando se haverá menos câmeras no futuro.
- Iga Swiatek disse que é preciso ter mais privacidade e criticou a exposição excessiva, apontando que nem sempre é possível estar totalmente protegido em certos torneios.
- Amanda Anisimova afirmou que precisou se adaptar à visibilidade durante o torneio e que, após a derrota, buscou o vestiário; Serena Williams também comentou, brincando que poderia dar dicas para quebrar raquetes de forma mais eficiente.
Melbourne, Austrália – Coco Gauff teve uma carreira a frente após a derrota nas quartas do Australian Open, quando acabou quebrando uma raquete a caminho do vestiário. O episódio gerou debate entre as principais tenistas, que cobraram mais privacidade fora das áreas de competição.
A repercussão chegou às coletivas de imprensa. Novak Djokovic manifestou apoio a Gauff, dizendo compreender a frustração de uma derrota e a dificuldade de ter espaço para extravasar sem ser registrado por câmeras. Ele comentou que o circuito tem mudado no sentido da maior exposição.
Iga Swiatek também se pronunciou, defendendo mais privacidade nas áreas públicas. A polonesa ressaltou que nem todos os momentos devem virar meme ou ficarem expostos, e citou a distinção entre ambiente de treino e competição com o público presente.
Privacidade sob o foco
Amanda Anisimova, número 4 do mundo, comentou que é preciso se adaptar a uma cobertura constante, especialmente durante torneios de alto nível. Ela afirmou que, ao perder, já espera que fotos e vídeos circulem, e que o vestiário costuma ser o espaço de retirada e recuperação.
Serena Williams, embora afastada das competições, também se posicionou sobre o tema. Ela sugeriu que as profissionais podem buscar orientação sobre como lidar com a pressão e que o entorno do jogo nem sempre favorece a privacidade desejada pelos atletas.
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