- Organizações do Australian Open defenderam o uso de câmeras nos bastidores após a quebra de raquete de Coco Gauff, em meio a debate sobre privacidade no evento em Melbourne Park.
- A Tennis Australia afirmou que as câmeras visam aproximar fãs dos atletas e ajudar na construção de marcas, com acesso mais restrito em outros Grand Slams.
- A entidade disse buscar o equilíbrio entre mostrar personalidades e respeitar conforto e privacidade, enfatizando o valor do feedback dos jogadores e a intenção de trabalhar em parceria.
- O posicionamento recebeu apoio de Gauff e foi ecoado por outras estrelas da WTA, como Iga Swiatek e Jessica Pegula, além de Novak Djokovic, com críticas ao número de câmeras. Swiatek comparou a vigilância a animais em um zoológico.
- A WTA divulgou um comunicado defendendo as jogadoras, pedindo maior respeito à privacidade e propondo diálogo entre jogadores e torneios para encontrar a melhor solução.
Melbourne (Austrália) – O Australian Open defende o uso de câmeras nos bastidores após a quebra de raquete de Coco Gauff ter acendido o debate sobre privacidade no torneio. A discussão ganhou destaque entre jogadoras e fãs.
A Tennis Australia informou que as câmeras de bastidores foram criadas para aproximar fãs dos atletas e também ajudam as atletas a fortalecerem suas marcas, já que o acesso nesses bastidores é mais restrito que em outras edições de Grand Slam.
Os organizadores destacam a necessidade de equilibrar a exposição das personalidades com o conforto e a privacidade das jogadoras, afirmando que valorizam o feedback dos atletas e pretendem trabalhar em conjunto com eles após as recentes críticas.
Posicionamento da Tennis Australia
A WTA respondeu defendendo as jogadoras e cobrando maior respeito à privacidade durante o Australian Open, ressaltando a importância de um espaço privado para recuperação fora das partidas.
O comunicado da WTA reforçou a parceria com as atletas e pediu diálogo entre jogadores, torneios e emissoras para encontrar soluções adequadas, mantendo o foco na proteção da privacidade. Personalidades da WTA apoiaram a medida.
Diversas vozes da elite do esporte também se manifestaram, como Iga Swiatek, Jessica Pegula e Novak Djokovic, que solicitaram mudanças nas câmeras e maior controle sobre o material exibido nos bastidores.
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