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Rosamaria estreia série sobre atletas estrangeiras no vôlei japonês

Abertura da série destaca Rosamaria no vôlei japonês, com adaptação cultural, desafio com o idioma e alto nível técnico do Denso Airybees

Rosamaria com equipe do Denso Airybees (Foto: Reprodução Instagram)
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  • Rosamaria estreou uma série de perfis sobre atletas estrangeiras que atuam no voleibol japonês, destacando a ostra da Denso Airybees desde 2023.
  • A jogadora disse que o voleibol no Japão é mais detalhista e que busca manter a mente aberta para crescer com esse novo estilo.
  • A barreira linguística foi um desafio inicial, mas o elenco foi receptivo, facilitando a integração dentro e fora de quadra.
  • O voleibol japonês valoriza um sistema defensivo e rápidas reações, um contraste com o foco brasileiro em altura e potência; Rosamaria quer aprender esse nível de agilidade.
  • Ela se encantou pela cultura japonesa e afirmou ter aprendido a desacelerar, lidando melhor com as tarefas sem pressa.

Rosamaria, estrela da seleção brasileira de vôlei feminino, estreia uma série sobre atletas internacionais que atuam no vôlei japonês. No primeiro episódio, a oposta une-se ao Denso AiryBees, time onde atua desde 2023, e comenta a vida no país, a adaptação cultural e o nível da liga.

A atleta destaca que o vôlei japonês é detalhista, diferente do estilo brasileiro. Ela afirma que a mentalidade aberta é essencial para o crescimento dentro de quadra e fora dela.

A barreira linguística foi um dos desafios na chegada ao Japão, mas o elenco do Denso AiryBees foi acolhedor, facilitando a integração. Rosamaria diz que a hospitalidade ajudou a entender a filosofia do grupo.

Estilo de jogo no Japão

O vôlei japonês valoriza o sistema defensivo, com reações rápidas e movimentação ágil. Na Denso AiryBees, Rosamaria vê a oportunidade de aprimorar seus pontos fracos em defesa e tempo de reação.

A brasileira observa que as companheiras parecem estar sempre um passo à frente. Ela quer assimilar o nível de leitura de jogo para elevar seu desempenho.

Cultura e aprendizado fora das quadras

Além da profissão, Rosamaria se encanta com a cultura local e passou a valorizar a desaceleração. Ela conta que chegou a sentir pressão para fazer tudo rapidamente, mas passou a entender que as coisas podem ser feitas com mais calma.

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