- Pela primeira vez, duas mães ocupam as top dez do ranking da WTA: Belinda Bencic em nono lugar e Elina Svitolina em décimo.
- Bencic retornou ao top 10 após uma temporada de 2025 com semifinal em Wimbledon e títulos de Abu Dhabi e Tóquio, voltando à posição pela primeira vez desde 2023, quando teve a filha Bella.
- Svitolina também retornou ao top 10 após o nascimento da filha Skai, em 2022, chegando às semifinais do Australian Open antes de ser derrotada por Aryna Sabalenka.
- O desempenho das duas é favorecido pela Regra de Classificação Especial para mães, que permite congelar o ranking com base na média das doze semanas de melhor classificação, incluindo as oito semanas anteriores ao afastamento, com validade de até três anos após o nascimento.
- O CEO da WTA, Portia Archer, destacou que a presença de mães no top 10 evidencia apoio a políticas que permitem conciliar maternidade e alto rendimento no esporte.
Belinda Bencic e Elina Svitolina alcançaram, pela primeira vez, o top 10 da WTA ao mesmo tempo, ocupando 9ª e 10ª posições, respectivamente. A conquista ocorre em meio à temporada de 2025, quando retornaram após a maternidade.
A dupla tornou-se a primeira a figurar no top 10 com a condição de serem mães. Bencic teve semifinal de Wimbledon e títulos em Abu Dhabi e Tóquio, enquanto Svitolina voltou ao grupo após o nascimento da filha Skai em 2022.
O feito foi potencializado por mudanças da WTA que ajudam mães atletas a conciliar família e alto rendimento. Pela Regra de Classificação Especial, o ranking pode ser congelado por até 12 semanas de melhor classificação, válidas por até 3 anos após o nascimento.
Contexto da regra e impacto
A norma permite que a jogadora utilize a média das 12 semanas de maior desempenho para sustentar o ranking durante a licença. Assim, Bencic e Svitolina ocupam lugar estável no top 10 desde o retorno aos circuitos.
Portia Archer, CEO da WTA, destacou a importância de políticas assim para o tênis feminino. Segundo ela, esse avanço reforça o compromisso de manter mães em competição de alto nível sem perder ritmo.
Ambas as jogadoras agradeceram o apoio da equipe, família e fãs, sem citar números ou prazos específicos de continuidade. O momento simboliza uma mudança relevante na forma como o esporte encara a maternidade.
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