- Clubes de curling e de patinação artística do MIT estão promovendo watch parties para acompanhar os Jogos Olímpicos de Inverno Milano Cortina 2026.
- No curling, as copresidentes Polly Harrington e Gabi Wojcik torcem pela Team USA; o esporte é descrito como analítico, não envolve patins, e a rocha de curling pesa 43 quilos.
- O Curling Club pratica e compete na região de New England de late September a mid-March e recebe novos membros sem experiência prévia.
- O MIT Figure Skating Club tem 120 membros e organiza encontros para assistir aos Jogos, fortalecendo a convivência entre os integrantes; há aulas gratuitas aos sábados para iniciantes.
- Entre as atletas citadas para assistir, destacam-se Kaori Sakamoto no individual feminino, além de Alysa Liu e Ami Nakai; as líderes do clube enfatizam o valor da disciplina e da comunidade.
Os clubes de esportes de inverno do MIT se mobilizam para a Olimpíada de Inverno Milano Cortina 2026, que começou hoje. Vários grupos da universidade organizam watch parties para acompanhar equipes e atletas preferidos.
Capitaneados pela Curling Club, alunos promovem encontros para torcer pelas equipes dos Estados Unidos. Os co-presidentes Polly Harrington e Gabi Wojcik destacam o interesse pela competição e pela estratégia envolvida no curling.
Harrington cresceu em Seattle e tem lembranças da primeira experiência com curling em culpa de uma viagem olímpica. Já Wojcik ressalta o perfil analítico do esporte e a possibilidade de ensinar novos membros, mesmo sem experiência anterior.
Muitos ainda confundem o curling com jogar sobre patins; na prática, a pedra pesa 43 libras e o campo é preparado com granito tradicional da Escócia para manter a igualdade entre as jogadas. As partidas ocorrem na região NE e costumam atrair novos integrantes.
A Figura Skating Club também acompanha as competições e realiza encontros informais para fortalecer o vínculo entre os membros. A presidente atual, Eleanor Li, e a ex-presidente Mandy Rioboo destacam o valor dos encontros para a coesão da equipe.
Li começou a patinar aos 14 anos e mantém a paixão, enquanto Rioboo iniciou aos 5 e treina pela manhã com o grupo. Hoje, o clube conta com cerca de 120 integrantes, recebendo alunos de todos os níveis de habilidade.
Segundo Li, há membros de origem variada no clube, desde ex-atletas até quem está aprendendo a patinar. A líder aponta que a prática gera benefícios como disciplina, gestão do tempo e superação de quedas, além da expressividade artística.
Rioboo acrescenta que o esporte ensina paciência e perseverança, preparando os atletas para desafios contínuos. A olímpiada disputa aumenta a curiosidade pela modalidade e estimula a participação em atividades abertas aos fins de semana.
Para quem quiser se juntar, o MIT oferece oportunidades de aula experimental e grupos de apoio aos iniciantes. Li destaca a empolgação com as disputas femininas de patinação, esperando por uma boa exibição de atletas como Kaori Sakamoto.
Rioboo menciona o interesse em acompanhar as competições de atletas como Alysa Liu e Ami Nakai. A comunidade do MIT continua acompanhando as transmissões e reforçando o espírito de equipe durante a temporada olímpica.
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