- Jack Draper está de volta ao circuito para a Copa Davis, com a primeira rodada de qualificação em Oslo, nos dias 6 e 7 de fevereiro, contra a Noruega.
- O britânico sofreu uma lesão no braço esquerdo no segundo semestre de 2025, ficou afastado, abandonou o US Open e não disputou o Australian Open seguinte.
- Em 2025, Draper chegou às quartas de final do Australian Open e de Roland Garros, conquistou seu primeiro título de Masters 1000 em Indian Wells e atingiu o 4º lugar no ranking em junho; atualmente é o 13º.
- Ele tentou retornar no US Open em duplas mistas e em simples, vencendo uma partida de simples, mas acabou abandonando o torneio.
- A Grã-Bretanha estreia contra a Noruega na Copa Davis; a equipe ainda tem Cameron Norrie, Jacob Fearnley e a dupla Lloyd Glasspool/Julián Cash, com o objetivo de vencer e avançar até a final em novembro na Itália.
Em Oslo, Noruega, o tênis britânico Jack Draper anunciou, em entrevista ao site da LTA, que está pronto para retornar ao circuito na Copa Davis. O retorno acontece após um longo afastamento causado por uma lesão no braço esquerdo que o deixou fora de atividade no segundo semestre de 2025.
Draper vinha em ascensão antes da lesão, com quartas de final no Australian Open e em Roland Garros, título de Masters 1000 em Indian Wells e o 4.º lugar no ranking, seu melhor até então. O atual 13.º colocado do mundo não disputou Wimbledon em simples desde a segunda rodada.
Voltando aos torneios
O retorno oficial está previsto para a primeira rodada do qualificatório, em 6 e 7 de fevereiro, contra a Noruega, em Oslo. Além de Draper, a seleção britânica contava com Cameron Norrie, Jacob Fearnley e a dupla Lloyd Glasspool/J Julian Cash.
A equipe britânica, tradicionalmente poderosa na Copa Davis, busca retomar o caminho de 2015, ano em que o país levou o título pela última vez. Em 2024, a Inglaterra foi eliminada na primeira rodada diante do Japão.
Desafios da primeira rodada
O confronto inicial terá Norrie enfrentando Nicolai Kjaer e Draper encarando Viktor Durasovic. Draper reconheceu a dificuldade de enfrentar jovens talentos noruegueses, ressaltando a necessidade de elevar o nível para vencer a eliminatória.
Quem vencer avança para enfrentar a Austrália ou o Equador na segunda rodada, com a vaga na final, disputada em novembro, na Itália, em jogo. Draper considera o retorno um passo importante para reconquistar o ritmo de competição.
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