- Meligeni disse estar preocupado ao ver Bia Haddad voltar a sentir medo de sacar, cometendo dez duplas faltas e sem impor-se durante a partida.
- A jogadora ocupa a 68ª posição no ranking WTA.
- Em janeiro, Bia foi derrotada na estreia do WTA 500 de Adelaide por Viktoria Mboko e caiu no Australian Open na primeira rodada para Yulia Putintseva.
- No início de fevereiro, perdeu na primeira rodada do WTA 500 de Abu Dhabi para Dayana Yastremska.
- Em 2025, começou bem com a terceira rodada do Australian Open e semifinais do WTA 500 de Estrasburgo; depois, sofreu queda em Wimbledon, teve lesão lombar e se afastou para tratamento, disputando o SP Open em setembro e encerrando a temporada para priorizar saúde física e mental.
Em fevereiro, a tenista brasileira Bia Haddad, atualmente na 68ª posição do ranking WTA, sofreu derrota na primeira rodada do WTA 500 de Abu Dhabi. Em quadra, a atleta enfrentou dificuldades ao sacar, com medo recorrente que a manteve sob pressão o tempo inteiro, segundo o comentarista brasileiroThiago Meligeni.
Meligeni classificou o desempenho como preocupante, dizendo que Haddad ficou em aberto a ataques da adversária e não impôs agressividade. O relato aponta que a jogadora ficou “correndo e botando bolinha” sem impor ritmo ou estratégia clara.
A temporada 2025 começa com avanços: Haddad chegou à terceira rodada do Australian Open e esteve nas semifinais do WTA 500 de Estrasburgo, destaque no saibro europeu. O clima de confiança, porém, foi abalada pelos resultados ruins no fim do primeiro semestre.
No fim de janeiro, Haddad já vinha lutando com sequência de resultados abaixo do esperado. Ela perdeu na estreia do WTA 500 de Adelaide para Viktoria Mboko em sets equilibrados, e caiu no Australian Open diante de Yulia Putintseva. O inicio de fevereiro marcou nova derrota.
O que se segue é a atenção aos desdobramentos: com o acúmulo de resultados negativos, Haddad pode precisar disputar o qualifying em torneios importantes da temporada. Atenção fica também para a recuperação física e mental.
Rumo ao retorno
Após o revés em Abu Dhabi, a brasileira permanece em recuperação, visando restabelecer confiança e manter a posição no circuito. O foco é manter o nível técnico e evitar novas quedas que comprometam o desempenho no restante do ano.
Entre na conversa da comunidade