- O atual campeão Lando Norris criticou a nova geração de carros da Fórmula 1, dizendo que parecem de Fórmula 2 após a primeira semana de testes em Barcelona.
- Norris afirmou que o comportamento do carro remete à F2 e que já entenderam bastante sobre o funcionamento em Barcelona.
- Ele destacou o impacto estratégico do novo modo boost nas disputas roda a roda, dizendo que o gerenciamento de energia pode definir as corridas.
- A Fórmula 1 voltará aos circuitos entre 11 e 13 de fevereiro, no Bahrein, para a segunda bateria de testes da pré-temporada.
- Entre as mudanças para 2026 estão aerodinâmica, potência e combustível, com carros que alternam entre modo Reta, modo Curva, modo Recarga e modo Boost, além do uso de combustível 100% sustentável.
O atual campeão da Fórmula 1, Lando Norris, criticou a nova geração de carros após a primeira semana de testes de pré-temporada em Barcelona. O piloto da McLaren comparou o modelo ao da Fórmula 2 pela sensação de pilotagem.
Norris sugeriu que o comportamento do monoposto sob o novo regulamento é diferente do esperado. Ele citou a possibilidade de mudanças estratégicas com o novo modo boost, que promete influenciar as disputas roda a roda.
O Mundial retorna aos circuitos entre 11 e 13 de fevereiro, no Bahrein, para a segunda e decisiva bateria de testes coletivos da pré-temporada, ainda antes da abertura oficial do campeonato no mesmo circuito.
Principais mudanças da F1 para 2026
Entre as alterações, a aerodinâmica, a potência do motor e o tipo de combustível passam por mudanças. O carro passa a ter modos específicos para reta e curva, com o piloto gerenciando energia em cada volta.
O novo sistema permite alternar entre Modo Reta e Modo Curva, ajustando a asa para reduzir resistência e melhorar a aderência. O gerenciamento de energia passa a ser fundamental para o desempenho.
Também haverá um motor com controle manual de forma mais direta, incluindo modos de Recarga e Boost, definidos por cada piloto. A ideia é tornar as corridas mais estratégicas e imprevisíveis.
A F1 adotará combustíveis 100% sustentáveis, produzidos a partir de resíduos ou biomassa, com captura de carbono direto do ar. A mudança visa reduzir emissões ao longo da cadeia de produção.
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