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Atleta chinesa de 22 anos é a mais bem paga nas Olimpíadas de Inverno

Eileen Gu, 22, naturalizada chinesa, é a atleta mais bem paga das Olimpíadas de Inverno, com grande parte da renda vinda de patrocínios

Eileen Gu é a atleta mais bem paga das Olimpíadas de Inverno. (Foto: Reprodução/Instagram/@eileengu)
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  • Eileen Gu, de 22 anos, é a atleta mais bem paga das Olimpíadas de Inverno Milão-Cortina, além de ser naturalizada chinesa e ter três medalhas olímpicas, incluindo Pequim 2022.
  • Em 2025, a esquiadora faturou US$ 23,1 milhões segundo a Forbes, sendo US$ 95 mil de premiações e cerca de US$ 23 milhões em patrocínios.
  • Entre as marcas, Gu atua com Red Bull, Porsche, TCL e IWC Schaffhausen, destacando-se no comércio de moda e luxo além do esporte.
  • No top das atletas mais bem pagas, Gu aparece entre as mulheres ao lado de Lindsey Vonn e Chloe Kim; entre homens, aparecem Auston Matthews e Ilia Malinin.
  • A lista de renda global de atletas de alto nível evidencia que homens recebem mais, com Cristiano Ronaldo liderando em 2025, seguido por Stephen Curry, Tyson Fury, Dak Prescott e Lionel Messi.

Eileen Gu, de 22 anos, é a atleta mais bem paga entre os atletas que disputam os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. A chinesa naturalizada estadunidense soma três medalhas olímpicas e atrai o interesse de marcas de luxo, além de ter protagonismo na esfera esportiva e fashion. Ela compete pela China, país de onde é filha de mãe chinesa.

Gu ficou em evidência no ciclo olímpico até 2026, ampliando sua visibilidade fora das pistas. Em Pequim 2022, recebeu três medalhas, duas de ouro, no esqui estilo livre. A temporada atual consolidou contratos de patrocínio que ajudam a manter seu retorno financeiro significativo.

O perfil financeiro da atleta aponta que, em 2025, Gu faturou US$ 23,1 milhões. Desse total, apenas US$ 0,095 milhão vieram de premiações esportivas; o restante vem de acordos comerciais com marcas globais. Os valores não incluem eventuais premiações olímpicas de 2022.

As marcas associadas a Gu incluem Red Bull, Porsche, TCL e IWC Schaffhausen. A combinação de desempenho esportivo e apelo de mercado a consolidou como referência na intersecção entre esportes de inverno e indústria de luxo.

Os números do ranking

Na lista de atletas mais bem pagos das Olimpíadas de Inverno, Gu aparece em primeiro lugar, com US$ 23 milhões. Entre as primeiras posições, há mais duas atletas norte-americanas, Lindsey Vonn e Chloe Kim, que também dominam patrocínios de peso.

Entre os homens, a Forbes aponta Auston Matthews e Ilia Malinin entre os cinco mais bem pagos, ao lado de nomes como Stephen Curry e Lionel Messi. Matthews aparece com US$ 20 milhões e Malinin com US$ 0,7 milhão, refletindo a diferença de patrocínios entre esportes.

Desempenho e patrocínios em foco

O ganho de Gu, predominantemente via patrocínios, contrasta com o rendimento de premiações, que representa parcela menor do total. A análise considera apenas contratos fechados até 2025, sem incluir bônus olímpicos de 2022.

O retrato geral mostra que o mercado esportivo ainda paga menos às mulheres em comparação com os homens, mesmo em modalidades com grande exposição midiática. A desigualdade ocorre tanto em esportes de inverno quanto em outras ligas.

Contexto global e impacto

Os dados retratam a combinação de alto desempenho e forte presença de marcas no patrocínio de atletas. A ascensão de Gu ilustra como o marketing de esportes culturais e de luxo pode influenciar a remuneração de atletas de elite. A lista completa das maiores rendas é divulgada pela Forbes.

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