- O esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen, de vinte e cinco anos, busca a primeira medalha da América do Sul em Jogos Olímpicos de Inverno.
- Braathen, que trocou a federação da Noruega pela do Brasil em 2024, idolatra o italiano Alberto Tomba, seu grande modelo no slalom.
- Ele carregou a bandeira na cerimônia de abertura, em Milão, e afirmou que representa mais de duzentos milhões de brasileiros.
- Na atual temporada, Braathen ficou em segundo na classificação da Copa do Mundo de slalom e slalom gigante, ficando atrás de Marco Odermatt.
- Ele disputará o slalom gigante no Stelvio contra Odermatt na próxima competição e o slalom, a última prova masculina, no dia dezesseis de fevereiro.
Lucas Braathen, esquiador brasileiro, busca a primeira medalha olímpica de inverno para a América do Sul. O atleta, que mudou a nacionalidade de Noruega para o Brasil em 2024, treina para os Jogos em Milão, na Itália, com o objetivo de marcar história na modalidade.
O jovem de 25 anos inspira-se em Alberto Tomba, ídolo italiano do slalom, segundo a sua entrevista à Reuters. Braathen carrega a bandeira brasileira na cerimônia de abertura e reconhece o legado do ex-atleta como referência de perseverança e estilo.
Braathen corre em duas frentes neste ciclo olímpico: slalom e slalom gigante. Na temporada, ficou em segundo lugar na classificação geral da Copa do Mundo de slalom e slalom gigante, atrás de Marco Odermatt. A expectativa está centrada na reta final da competição.
Troca de federação e expectativas
O cambio de federação foi determinante para o seu desenvolvimento. Segundo o atleta, competir com as cores do Brasil aproxima-o de sua juventude e aumenta a responsabilidade de representar mais de 200 milhões de brasileiros em Milão.
A agenda olímpica aponta para o duelo com Odermatt no slalom gigante, em Stelvio, no próximo sábado, seguido do slalom, na última prova masculina, em 16 de fevereiro. Braathen destaca que a pressão é elevada, porém reconhece o privilégio de ter a chance de medalha.
Braathen reforça a ideia de que o esqui, para ele, é também expressão pessoal. Em caso de medalha, a ideia é celebrar com samba, mantendo a identidade que o acompanha.
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