- Carlos Bernardes, ex-árbitro, estreou como diretor de torneio no challenger de Cesenatico, na semana passada.
- A estreia foi apontada como um sucesso, com a satisfação dos jogadores sendo a prioridade principal.
- Bernardes disse que o objetivo é uma organização funcional que permita aos jogadores concentrar-se na quadra.
- Ele explicou que, diferente de ser árbitro, na função de diretor é preciso lidar com horários, pedidos dos jogadores, logística e coordenação de pessoas e espaços.
- O dirigente afirmou que tudo precisa funcionar de maneira integrada para o bom andamento do torneio.
Carlos Bernardes, ex-arbitro brasileiro, estreou como diretor de torneio no Challenger de Cesenatico, na Itália, na semana passada. A participação marca a transição dele, após concluir a carreira como árbitro. O evento ocorreu em Cesenatico, conforme calendário do circuito Challenger.
A estreia, segundo Bernardes, superou expectativas, com destaque para a satisfação dos jogadores. O objetivo foi oferecer uma organização funcional que permitisse aos atletas concentrar-se na quadra, sem distrações logísticas.
Ele ressalta que a mudança de função não foi simples. Do lado da arbitragem, as tarefas são mais diretas; como diretor, envolve gestão de horários, pedidos dos jogadores, logística e coordenação de equipes e espaços.
Bernardes também recorda a experiência anterior no ATP Finals, onde comandou a decisão no ano passado, o que, segundo ele, ajudou a moldar uma visão mais ampla da função de chefe de torneio. A prioridade, contudo, continua a mesma: experiência estável para o jogador.
Para o torneio de Cesenatico, o foco foi manter a organização fluida, com atenção aos detalhes que impactam o dia a dia dos atletas, como cronogramas e fluxos de trabalho. A equipe trabalha para manter esse padrão nos próximos eventos.
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