- Eduardo Frick, gaúcho, trabalha na renovação do tênis brasileiro e admite uma entressafra, mas aposta na nova geração.
- Ele afirma que o treinador de alto rendimento ainda está em fase de aprimoramento, mantendo foco no desenvolvimento técnico.
- A conversa foi com o editor José Nilton Dalcim para o Podcast de TenisBrasil, tratando da Copa Davis contra o Canadá.
- Frick comenta a parceria entre a Rio Tennis, onde é gerente geral, e a academia de Patrick Mouratoglou, com base na Europa.
- A parceria prevê uma base na Europa para apoiar a formação e desempenho do tênis brasileiro.
Eduardo Frick destacou que a renovação do tênis brasileiro está em andamento e que cabe chegarem novas propostas técnicas. Em entrevista ao Podcast de TenisBrasil, o gaúcho reconheceu a entressafra, mas ressaltou o potencial da nova geração e a necessidade de aprimoramento contínuo dos treinadores de alto rendimento.
Frick, gerente geral da Rio Tennis, comentou sobre a recente Copa Davis contra o Canadá e a visão da equipe de preparação para o esporte no país. Ele afirmou que a competição serviu de referência para ajustes técnicos e planejamento de longo prazo.
Parcerias e bases internacionais
O dirigente mencionou a parceria firmada entre a Rio Tennis e a academia de Patrick Mouratoglou, com perspectiva de estabelecer uma base de atuação na Europa. Segundo Frick, a colaboração amplia caminhos de treinamento e intercâmbio para atletas e treinadores.
A conversa também abordou a importância de planejamento estratégico para o desenvolvimento de atletas de alto rendimento no Brasil, com foco em estrutura, avaliação de performance e continuidade de projetos.
Frick enfatizou que o sucesso depende de planejamento e avaliação constantes, alinhados a objetivos de curto, médio e longo prazo. A entrevista ocorreu em meio a movimentos de profissionalização e expansão do tênis brasileiro.
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