- O casal britânico Fear e Gibson terminou em sétimo no programa livre de dança no gelo em Milão, após tropeçar no início.
- O erro técnico, sinalizado por caixas amarelas, tirou a chance de medalha e os deixou de quarto para sétimo na classificação.
- Gold ficou com Laurence Fournier Beaudry e Guillaume Cizeron, da França, com 225,82 pontos.
- Silver ficou com Madison Chock e Evan Bates, dos Estados Unidos, com 224,39 pontos.
- Bronze ficou com Paul Poirier e Piper Gilles, do Canadá, com 217,73 pontos; Fear chegou a chorar ao final.
O casal britânico formado por Lilah Fear e Lewis Gibson terminou a disputa de dança no gelo em sétimo lugar, na etapa de patinagem livre, em Milão. A performance foi marcada por um erro técnico logo no início, que comprometeu a coreografia ao ritmo de I’m Gonna Be (500 Miles). A queda de posição ocorreu pouco depois de sair da quarta colocação no ritmo de quarta-feira.
Fear reconheceu o erro, dizendo que se tratou de um acerto técnico caro e que isso atrasou a recuperação no restante da apresentação. Gibson comentou que falhas na performance costumam trazer dificuldades, ainda mais em uma edição olímpica, quando as expectativas são altas.
A dupla francesa Laurence Fournier Beaudry e Guillaume Cizeron conquistou o ouro com 225,82 pontos, incluindo 135,64 na livre. A dupla se consolidou como favorita, apesar de debates sobre a normalidade da pontuação. Em segundo ficou o duo americano Madison Chock e Evan Bates, com 224,39 pontos.
No masculino, a prata ficou com Chock/Bates, enquanto o bronze ficou com a dupla canadense Paul Poirier e Piper Gilles, com 217,73 pontos. Fear e Gibson somaram 204,32 pontos totais, com 118,35 na livre, ficando 12º na seção.
O desempenho de Fear e Gibson gerou reconhecimento sobre o potencial da dupla, embora a apresentação não tenha refletido plenamente o que demonstraram em treinos. O diretor de performance da British Ice Skating afirmou que o erro ocorreu num ponto crucial da sequência de twizzles, um movimento técnico intenso.
A participação britânica segue com a avaliação interna sobre o que não funcionou, em meio às expectativas de medalha desde a dupla Torvill e Dean, vencedora olímpica de 1992. A equipe britânica mantém o objetivo de evoluir para futuras competições internacionais.
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