- Toto Wolff, chefe da Mercedes, afirmou que a Red Bull é referência no momento, destacando a gestão de energia do carro e o talento de Max Verstappen.
- Ele reconheceu que a Mercedes ainda não consegue igualar a eficiência energética da rival, prioridade de desenvolvimento antes da temporada.
- Os testes da pré-temporada da F1 começaram em Sakhir, Bahrein, na quarta-feira, 11 de janeiro de 2026.
- Verstappen marcou o melhor tempo, 1m35s433, seguido por Oscar Piastri (McLaren) com 1m35s605 e George Russell (Mercedes) com 1m36s108.
- No total, Verstappen somou 65 voltas; Sainz (Williams) liderou em distância, com 77 giros, enquanto Lindblad (Racing Bulls) completou 75 voltas.
O chefe da Mercedes, Toto Wolff, analisou o primeiro dia de testes da F1 2026, em Sakhir, Bahrein, e afirmou que a Red Bull continua como referência. A avaliação aponta dois pontos de atenção para a Mercedes: gerenciamento de energia e o desempenho de Max Verstappen.
Wolff destacou que o carro e a unidade de potência da Red Bull permitem explorar a energia de forma superior nas retas. Segundo ele, essa combinação coloca a equipe de Milton Keynes à frente na abertura dos testes, considerando as ressalvas usuais do começo da temporada.
O dirigente reconheceu que esse desempenho evidencia uma deficiência atual da Mercedes. A prioridade de desenvolvimento passa pela eficiência energética, buscando equiparar o nível da rival antes da estreia no campeonato.
Desempenho no dia
Na ponta dos cronômetros, Verstappen foi o mais rápido com 1m35s433 no primeiro tramo de atividades. Piastri, da McLaren, ficou em segundo com 1m35s605, e Russell, da Mercedes, completou o top-3 com 1m36s108.
Apesar do tempo, Verstappen completou 65 voltas, ficando entre os líderes em tempo e quilometragem. A maior quilometragem ficou com Sainz, da Williams, com 77 giros, seguido pelo novato Arvid Lindblad, da Racing Bulls, com 75 voltas.
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