- Karolina Muchova venceu Maria Sakkari em Doha, com 3/6, 6/4 e 6/1, em 2h13, e garantiu sua terceira final de WTA 1000 na carreira.
- A adversária na decisão deste sábado será Victoria Mboko, canadense de 19 anos, 13ª do ranking, duelo inédito no circuito.
- Na final, Muchova leva mil pontos no ranking e US$ 665 mil; a vice fica com 650 pontos e US$ 385 mil. Mboko pode entrar no top 10, atingindo até a nona posição.
- Muchova deverá subir para o 13º lugar no ranking, com chance de alcançar o 11º se conquistar o título; Sakkari deixa Doha na 33ª posição.
- No jogo, Muchova ditou o ritmo no set decisivo com variações de ritmo e ir à rede, após Sakkari abrir 2 a 0 no segundo período.
Doha, Qatar — Karolina Muchova garantiu a terceira final de WTA 1000 da carreira ao vencer Maria Sakkari, 52ª, em 2h13. A tcheca de 29 anos venceu por 3/6, 6/4 e 6/1, sacando combinações de ritmo que desequilibraram a adversária no terceiro set.
Muchova chega à decisão após passar por Sakkari pela quinta vez em seis duelos. A ex-número 8 do mundo tem apenas um título no circuito, conquistado em Seul, em 2019, e já disputou sete finais de WTA 1000, incluindo vice-campeonatos em Cincinnati (2023) e Pequim (2024). Em Roland Garros, ficou perto do título em 2023.
A adversária na final será Victoria Mboko, Canadá, 19 anos e 13ª do ranking, que busca o terceiro título da carreira e o segundo de nível WTA 1000, após vencer em Montreal no ano passado. O confronto entre Muchova e Mboko é inédito no circuito.
Final e premiação
A campeã de Doha leva 1000 pontos no ranking e US$ 665 mil em premiação. A vice recebe 650 pontos e US$ 385 mil. Mboko entra no top 10 ao vencer a decisão; Muchova sobe ao 13º lugar e pode chegar ao 11º com o título.
Sakkari, ex-número 3, encerra a participação na semifinal e sobe para a 33ª posição, ampliando o espaço no ranking com a recuperação de pontos. No primeiro set, as duas tiveram longos games, com Sakkari enfrentando sete breakpoint e abrindo 2/0. Muchova reagiu no segundo set, enquanto Sakkari diminuiu a agressividade, permitindo a virada da adversária.
No set decisivo, Muchova manteve o controle com variações de ritmo e jogadas para a rede, enquanto Sakkari cometeu mais erros. A tcheca passou a dominar os momentos-chave, fechando o placar com maior consistência de bolas vencedoras.
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