- Matteo Berrettini, eliminado na segunda rodada de Buenos Aires, retorna ao Rio Open, onde foi às quartas em 2022.
- O italiano defende a temporada sul-americana em saibro antes de sua estreia no Rio, contra Lorenzo Sonego.
- Berrettini comenta que a introdução de um Masters 1000 na Arábia Saudita em 2028 pode colocar em risco a temporada sul-americana.
- Ele afirma que a América do Sul gosta de tênis e que os torneios da região merecem continuar, destacando o ambiente no Rio e em Buenos Aires.
- O tenista, atual número 58 do mundo, lembra que há muitos fatores (dinheiro, calendário) envolvidos e defende equilíbrio entre eventos de alto nível e a continuidade de torneios menores.
Matteo Berrettini, eliminado na segunda rodada de Buenos Aires, volta ao Rio Open. Em 2022 ele chegou às quartas de final, sendo derrotado por Carlos Alcaraz, e busca manter o ritmo no saibro sul-americano.
Antes de estrear neste ano contra Lorenzo Sonego, o italiano defendeu a temporada sul-americana de saibro, destacando a importância da região para o tênis. O Brasil e a Argentina recebem parte relevante do circuito na etapa de abertura.
Calendário e impacto sul-americano
O italiano comentou sobre a criação de um Masters 1000 na Arábia Saudita em 2028, o que poderia afetar a programação da temporada sul-americana. Ele reforçou que a América do Sul valoriza o tênis e merece manter esses torneios.
Berrettini afirmou que a decisão envolve muitos fatores, incluindo questões financeiras, e que mudanças no calendário não dependem apenas de sua opinião. Ele ressaltou a necessidade de equilibrar a oferta de eventos.
Equilíbrio entre torneios grandes
O atual número 58 do mundo disse ser fundamental manter o tênis em alto nível, mesmo que isso reduza a quantidade de torneios espalhados pelo mundo. Segundo ele, um excesso pode levar ao cansaço dos jogadores e ao desgaste de jovens atletas.
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