- Thiago Monteiro, ex-número 61 do mundo e atual 209º, é a principal esperança do Brasil no quali do Rio Open, que começa neste sábado.
- O cearense, de trinta e um anos, fala com carinho da mãe adotiva, Dona Fátima, que o acolheu ao nascer e apoiou toda a família, incluindo as irmãs adotivas.
- Monteiro destaca a importância de Gustavo Kuerten e Larri Passos para não desistir da carreira em 2009, durante uma conversa que o motivou a seguir.
- Entre suas conquistas, ele lembra da vitória no Rio Open há cerca de dez anos, na estreia contra Jo-Wilfried Tsonga, além de vitórias contra Holger Rune, Stefanos Tsitsipas e Elias Ymer em momentos diferentes.
- O brasileiro espera estrear no quali do Rio Open com o apoio da torcida, especialmente da mãe, mantendo o foco na temporada que começa agora.
Thiago Monteiro, ex-número 61 do mundo e atual 209º, é a principal esperança brasileira no qualifying do Rio Open, que começa neste sábado. O cearense de 31 anos falou ao Lance! sobre a inspiração vinda da família e a força recebida de Guga Kuerten para não desistir.
A mãe adotiva, Dona Fátima, é destacada pelo tenista pela garra que o acolheu ainda bebê. Monteiro contou como, ao adotá-lo, ela já enfrentava doença e separação, mantendo a família unida e promovendo amor e equilíbrio.
A carreira teve apoio decisivo de Guga Kuerten e do técnico Larri Passos. Em 2009, eles o convenceram a não desistir, destacando a importância da paixão pelo tênis e da família. A conversa ocorreu durante uma fase difícil da transição juvenil para o profissional.
Monteiro relembra momentos marcantes, como a vitória sobre Jo-Wilfried Tsonga no passado, e a atuação em outras competições que consolidaram sua trajetória. O brasileiro soma 94 triunfos em partidas de ATP e guarda lembranças de vitórias importantes.
A relação com Dona Fátima vai além do tênis: ele já comprou um lote para construir a casa dos sonhos da mãe. A meta é retribuir oportunidades recebidas ao longo da carreira, em busca de estabilidade pessoal e profissional.
Ainda sem entender as regras da modalidade, Dona Fátima acompanha os jogos da família com fé. Em 2023, Monteiro viveu a sensação de vencer em casa pela Copa Davis, o que reforçou o carinho pela torcida e pela cidade do Rio de Janeiro.
O dualismo entre família e carreira ficou claro ao mencionar o apoio de Guga e Larri. O episódio de desânimo foi superado com a conversa franca dos ídolos, que serviram de motivação para seguir treinando e evoluir.
No Rio Open, Monteiro chega com a torcida da família, especialmente de Dona Fátima, confirmando que o torneio representa mais que uma competição. O jogador enfatiza a emoção de jogar em casa e a importância de aproveitar a oportunidade.
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