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Bobsled: entenda o esporte Fórmula-1 do gelo e os representantes do Brasil

Brasil aposta na experiência de Edson Bindilatti no bobsled para Milão-Cortina 2026, ao lado de Rafael Souza e Luís Bacca

Treinamento oficial do Bobsled 2-man nos Jogos Olímpicos de Inverno Milao-Cortina 2026 Foto: Gabriel Heusi/COB
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  • O Brasil terá uma equipe masculina de bobsled em Milão-Cortina 2026, com Edson Bindilatti comandando o trenó ao lado de Rafael Souza e Luís Bacca.
  • Bindilatti disputará a sexta edição olímpica; o bobsled é conhecido como a “Fórmula-1 do gelo” e pode alcançar velocidades superiores a 140 km/h.
  • Em cada prova costumam ser quatro descidas, e o tempo total define o vencedor; a largada envolve sprint de cerca de 50 metros.
  • O programa olímpico inclui provas de dois atletas, quatro atletas e monobob (feminino); os trenós combinam aço e fibra de carbono para máxima aerodinâmica.
  • O Brasil busca manter competitividade e entrosamento para seguir na elite das pistas de gelo.

O Brasil confirmou participação no Bobsled em Milão-Cortina 2026. A equipe masculina aposta na experiência de Edson Bindilatti, que disputará a sexta edição olímpica, ao lado de Rafael Souza e Luís Bacca. A formação visa manter a competitividade brasileira nas pistas de gelo.

A prova é conhecida como a “Fórmula-1 do gelo”, com trenós que atingem velocidades superiores a 140 km/h. Em Milão-Cortina, o time brasileiro busca manter o entrosamento necessário para as quatro descidas do formato por equipe.

Equipe brasileira em Milão-Cortina 2026

Bindilatti comanda o trenó, ao lado de Souza e Bacca. A tríade representa a continuidade de investimentos do Brasil na modalidade, buscando melhoria de resultado e experiência internacional.

Como funciona a prova

A largada é crucial: os atletas empurram o trenó por cerca de 50 metros. Em seguida, entram no veículo, enquanto o piloto faz ajustes sutis ao longo de 1.200 a 1.600 metros de pista. São 15 a 20 curvas por prova, com tempo total somado.

Equipamentos e velocidade

Os trenós combinam aço e fibra de carbono, buscando aerodinâmica e leveza. Em competições de quatro atletas, as velocidades costumam ficar acima de 145 km/h, chegando a cerca de 156 km/h.

O Brasil chega a Milão-Cortina 2026 com tradição crescente na modalidade, pronto para acelerar na elite do gelo.

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