- João Fonseca é o principal nome brasileiro no ranking e será cabeça de chave 3 no Rio Open, buscando lidar com a nova cobrança de estar entre os favoritos.
- O jogador afirma que o momento atual é diferente do início da carreira, com mais pressão e expectativa por parte dos oponentes.
- Em Buenos Aires, ele passou pela primeira defesa de título, encarando não apenas o aspecto técnico, mas também o mental, e considera a experiência positiva.
- No Rio Open, estreia em simples contra o vencedor de quali, sob condições de calor, umidade e quadra pesada, com apoio da torcida.
- Na estreia de duplas, forma parceria com Marcelo Melo, destacando a possibilidade de aprendizado com um atleta experiente e importante para o esporte.
João Fonseca encara um momento novo na carreira: o carioca, hoje o principal nome do Brasil no ranking e o único dentro do top 100, chega ao Rio Open sob novas condições de pressão e expectativa. O torneio acontece no Rio de Janeiro, com a torcida local apoiando o jogador da casa.
O objetivo do brasileiro é lidar com o peso de estar mais perto da realidade do alto nível. Em passos anteriores, Fonseca reconheceu que, ao vencer torneios, a pressão se tornou um fator decisivo. Nesta semana, ele busca manter o desempenho sob esse novo patamar.
Buenos Aires serviu de aprendizado: foi uma batalha técnica e mental, já que o adversário era forte e ele defendia o título pela primeira vez. Fonseca se mostra confiante para a semana, destacando o calor, a umidade e o peso da torcida como aliados.
Dupla com Melo
Além do simples, Fonseca integra a chave de duplas ao lado do mineiro Marcelo Melo. A estreia é contra o francês Alexandre Muller e o bósnio Damir Dzumhur, logo nos primeiros dias. A parceria surge como chance de ganhar ritmo jogando em casa.
Fonseca descreve Melo como referência e ajuda essencial para o desenvolvimento do atual momento da carreira. Eles já treinaram juntos e, mesmo sem histórico de duplas, adotam uma abordagem de aprendizado mútuo, com foco em aproveitar a experiência de Melo.
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