- Fernando Alonso parou o AMR26 no circuito de Sakhir durante os testes de pré-temporada no Bahrein, com falha mecânica.
- A falha ocorreu na subida para a curva 5, levando à bandeira amarela e, em seguida, à vermelha que interrompeu a sessão vespertina.
- Mecânicos da Aston Martin ajudaram a guiar o carro com o guincho; Alonso aguardou fora do veículo, com o capacete ainda, até ser levado ao paddock pelo safety car.
- O carro chegou ao pit lane quase trinta minutos depois, coberto por lona preta para proteger componentes sensíveis; quatro funcionários da equipe estiveram no deslocamento.
- Nos testes anteriores, a Aston Martin já mostrava problemas de confiabilidade, somando apenas 206 voltas entre Alonso e Lance Stroll na primeira semana, e o time busca soluções, conforme o tom da equipe.
O fim de semana de testes de pré-temporada da F1 em Bahrein ficou marcada por mais um contratempo para a Aston Martin. Fernando Alonso parou o AMR26 no Circuito de Sakhir durante a sessão vespertina desta quinta-feira, ainda na primeira hora, após uma falha mecânica. A interrupção veio com bandeira amarela, seguida pela vermelha, que interrompeu a atividade na pista.
O carro foi removido do traçado com auxílio de um guincho, enquanto Alonso aguardava fora do cockpit. Quatro assistentes da equipe conduziram o veículo até o pit lane, com o carro coberto por lona preta para evitar exposição de componentes sensíveis. O piloto espanhol permaneceu com o capacete, exibindo expressão de preocupação durante a espera.
Depois de quase 30 minutos, o AMR26 voltou ao paddock. A Aston Martin já vinha enfrentando dificuldades desde a primeira rodada de testes, com Alonso completando apenas 28 voltas na manhã de quarta e totalizando 54 na segunda-feira. A equipe tem relatado problemas de confiabilidade, que também impactaram Lance Stroll, recordando menor quilometragem entre as 11 equipes na semana anterior.
Desafios a alcançar
A parceria entre Alonso e a Aston Martin tem mostrado repetidas falhas de confiabilidade no desenvolvimento do carro. O discurso interno da equipe aponta a necessidade de soluções que podem não chegar a curto prazo, conforme observam os membros e o próprio chefe da equipe. A situação aumenta a pressão sobre a montagem do conjunto para o início do Mundial de 2026.
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