- Na semifinal do WTA 1000 de Dubai, Amanda Anisimova venceu Mirra Andreeva por 2/6, 7/5, 7/6 (7-4) e avançou no torneio.
- Andreeva, de 18 anos, chegou a sacar para fechar a partida antes do tiebreak e chorou após o duelo de quartas de final.
- Anisimova comentou que ficou tocada pela reação da adversária, destacando que ambas lutaram muito durante a partida.
- A norte-americana enfrentará a compatriota Jessica Pagula, que eliminou Clara Tauson por 6/3, 2/6 e 6/4.
- Anisimova mencionou sua própria batalha com saúde mental em 2023, que a afastou do circuito por oito meses, e elogiou o desempenho de Andreeva.
Amanda Anisimova, semifinalista do WTA 1000 de Dubai, disse que foi difícil ver a reação de Mirra Andreeva após a derrota nas quartas de final disputadas na última quinta-feira, em Dubai. A partida terminou com Anisimova vencendo momentos decisivos da adversária.
A russa de 18 anos, atual número 7 do mundo, chegou a sacar para fechar a partida antes do tiebreak e chorou bastante ao final, depois de ter oportunidades perdidas. O momento sensibilizou Anisimova, que acompanhou a apresentação da jovem com atenção.
Anisimova venceu por 2/6, 7/5 e 7/6 (7-4) e agora encara Jessica Pagula, que passou por Clara Tauson em 6/3, 2/6 e 6/4, pelas quartas de final da competição.
Próximo duelo e avaliação
Anisimova reconheceu a intensidade do duelo, ressaltando que a partida teve altos e baixos para as duas atletas e que ambas lutaram com tudo. A americana destacou o mérito da adversária, que segue com perspectivas promissoras para a temporada.
Andreeva, que já passou por tratamento de saúde mental em 2023, permanece como promessa do circuito e busca manter o ritmo ao longo do ano. O desempenho recente sugere continuidade de boa fase para a jovem atleta russa.
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