- O esquiador americano Hunter Hess disse que as últimas duas semanas foram as mais difíceis da vida após Donald Trump chamá-lo de “real loser”.
- Hess respondeu com o gesto de “L” ao se classificar para a final e afirmou que não se arrepende das suas palavras.
- Ele revelou estar com hematoma, diagnóstico de lesão no ombro e possível fratura na mão, além de dor no joelho.
- O atleta contou que conversou com Gus Kenworthy, que também sofreu críticas, e recebeu orientações para lidar com a pressão e seguir focado.
- Kenworthy avançou para a final em nono lugar; Finley Melville Ives, favorito na prova masculina, precisou de atendimento médico após uma queda durante o treino.
O esquiador americano Hunter Hess classificou o que considera ter sido a semana mais difícil da vida após o presidente Donald Trump chamá-lo de real loser, antes dos Jogos de Inverno. Hess terminou a qualificação para a final de meio-pipe em Livigno e respondeu a gestos com um sinal de L, mantendo-se firme em suas declarações. O episódio ocorreu no início de fevereiro, durante os preparativos para a competição.
Em entrevista rápida, Hess reafirmou que não se arrepende de sua posição e que está determinado a seguir representando a equipe dos EUA. O atleta explicou que, apesar da pressão e das críticas recebidas, contou com o apoio da família para superar o momento. Hess mencionou ainda que o esporte tem sido um refúgio e uma força motivadora.
A semanas anteriores, Hess afirmou ter disputado a prova com lesões, incluindo hematoma, possível fratura na mão e dores no joelho, resultado de um acidente de treino. Ele afirmou ter passado por avaliação de ombro e que os exames indicaram apenas contusões ósseas.
Apoio entre atletas foi destacado. Hess informou ter conversado com o competidor Gus Kenworthy, que também enfrentou críticas antes dos Jogos. Kenworthy, que avançou à final em nono lugar, disse ter recebido mensagens hostis, mas manteve o foco na competição e na integridade dos colegas.
Na mesma competição, o favorito do meio-pipe masculino, Finley Melville Ives, precisou de atendimento médico após uma queda forte. O amigo Liam Richards, da Grã-Bretanha, descreveu a emoção de acompanhar o momento e reforçou que a prática envolve riscos, mas que os atletas aceitam esses desafios.
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